Consumo e experiência estética

duas leituras de Kid A, do Radiohead

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/mh.v22.67664

Palavras-chave:

Estética musical, Indústria Cultural, Música Radiofônica, Radiohead, Kid A, Estética do Lapso

Resumo

Consumo e fruição estética coexistem no repertório radiofônico. A demanda por entretenimento faz pesarem o sensorial e o imediato, enquanto o trabalho sobre a linguagem compreende, por vezes, reflexividade e consciência formal. Considerando perspectivas distintas sobre a música mediada pela indústria cultural, apresento duas leituras díspares do álbum Kid A, do Radiohead, trazendo escutas que variam da adesão resoluta ao consumo cultural a traços de uma hermenêutica musical. Apoiado no pensamento de Theodor Adorno, discuto como esse problema permanece reduzido aos polos da comoditização e da expressão estética. Encerro com apontamentos para uma estética do lapso, pautada em conceitos de Vilém Flusser.

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Biografia do Autor

Pedro Martins, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, pedrodtmartins@gmail.com

Doutor em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais. Autor da obra A Canção Tropicalista (Fino Traço, 2017), publicada por ocasião do Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música. Atua na interface da Musicologia com a Estética filosófica, abrangendo temas como: música radiofônica, indústria cultural e crítica dialética.

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Publicado

2022-03-16

Como Citar

MARTINS, P. Consumo e experiência estética: duas leituras de Kid A, do Radiohead. Revista Música Hodie, Goiânia, v. 22, 2022. DOI: 10.5216/mh.v22.67664. Disponível em: https://revistas.ufg.br/musica/article/view/67664. Acesso em: 10 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos