CONTRIBUIÇÃO AO ENTENDIMENTO DO FENÔMENO DAS ENCHENTES DO RIO VERMELHO NA CIDADE DE GOIÁS, GO - DOI 10.5216/bgg.v28i1.4909

Autores

  • Marcelo Antunes Cavalcanti Universidade Federal de Goiás/ IESA
  • Luciana Maria Lopes Universidade Federal de Goiás/IESA
  • Marlon Nemayer Celestino de Pontes Universidade Federal de Goiás/IESA

DOI:

https://doi.org/10.5216/bgg.v28i1.4909

Palavras-chave:

Rio, Vermelho, Goiás

Resumo

A histórica cidade de Goiás - GO, localizada a cerca de 149km da capital do estado, Goiânia, foi fundada durante a “corrida do ouro”, no século XVIII, às margens de um rio aurífero. Desde então vem sofrendo problemas decorrentes das cheias do rio Vermelho, que corta a cidade. Os objetivos do trabalho são os de contribuir para a compreensão da gênese das enchentes, e apontar medidas de controle. Para tal, vários procedimentos foram realizados incluindo-se: análise dos condicionantes geoambientais da bacia (clima, geologia, geomorfologia, solos e uso/ocupação da terra); busca de informações sobre a implantação do núcleo urbano; resgate do histórico de ocorrência das cheias, e indicação de medidas preventivas. Concluiu-se que as enchentes resultam de um quadro fisico propício caracterizado pela presença de serras, vales encaixados, canyons, pavimentos rochosos, vertentes  íngremes, solos rasos, desmatamento, e clima marcado por chuvas altamente concentradas no verão. Somam-se a esses aspectos a ocupação da bacia hidrográfica realizada de modo desordenado, sem nenhum planejamento prévio, e a localização do sítio urbano, edificado em local totalmente impróprio. Sugere-se que as medidas preventivas devem ser de duas ordens abrangendo o reordenamento de uso da bacia e obras de infra-estrutura.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2008-10-09

Como Citar

CAVALCANTI, M. A.; LOPES, L. M.; CELESTINO DE PONTES, M. N. CONTRIBUIÇÃO AO ENTENDIMENTO DO FENÔMENO DAS ENCHENTES DO RIO VERMELHO NA CIDADE DE GOIÁS, GO - DOI 10.5216/bgg.v28i1.4909. Boletim Goiano de Geografia, Goiânia, v. 28, n. 1, p. 167–186, 2008. DOI: 10.5216/bgg.v28i1.4909. Disponível em: https://revistas.ufg.br/bgg/article/view/4909. Acesso em: 2 mar. 2024.

Edição

Seção

Artigos