Estudo do potencial mutagênico e antimutagênico de Curatella americana L.

Autores

  • Larissa Silva de Andrade

Palavras-chave:

Antimutagenicidade, camundongos, Curatella americana, micronúcleo, mutagenicidade.

Resumo

Curatella americana L. (Dilleniaceae), popularmente conhecida como lixeira, sambaíba, cajueiro-bravo, cajueiro-do-mato, cambarba, caimbé, marajoara, pentieira, sabeiba e sobro, encontra-se distribuída desde o México Central até o Brasil. Componente comum de savanas, florestas secundárias e outros habitats perturbados, essa planta é utilizada na forma de infusões para o tratamento de úlceras e inflamações. A análise fitoquímica da espécie revelou a presença de flavonóides, terpenos, compostos fenólicos, saponinas e esteróides. Em estudos anteriores foi descrita a atividade terapêutica da planta, que possui ação antiinflamatória, analgésica, antihipertensiva e vasodilatadora. Na presente pesquisa, as atividades mutagênica, antimutagênica e citotóxica do extrato etanólico dessa planta foram avaliadas pelo Teste do Micronúcleo em camundongos. O estudo da antimutagenicidade foi realizado com o objetivo de verificar a ação moduladora do extrato da planta contra lesões induzidas pela mitomicina C, substância conhecidamente mutagênica. Realizou-se o teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos Swiss tratados com três concentrações diferentes do extrato da planta (50, 100 e 200 mg/kg de peso corpóreo). A citotoxicidade foi avaliada pela razão entre eritrócitos policromáticos e normocromáticos. Os resultados mostraram presença de ação mutagênica e antimutagênica e ausência de citotoxicidade do extrato de C. americana em medula óssea de camundongos nas condições experimentais utilizadas.

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Biografia do Autor

Larissa Silva de Andrade

Bolsista de informática da RBN

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Publicado

27-02-2009

Como Citar

DE ANDRADE, L. S. Estudo do potencial mutagênico e antimutagênico de Curatella americana L. Revista de Biologia Neotropical / Journal of Neotropical Biology, Goiânia, v. 5, n. 1, p. 67–68, 2009. Disponível em: https://revistas.ufg.br/RBN/article/view/5628. Acesso em: 29 fev. 2024.

Edição

Seção

Resumo de Tese