Uma tarde com Lydia Hortélio: “olhar menino” para “aprender menino”

Autores

  • José Douglas Alves dos Santos Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, jdneo@hotmail.com

DOI:

https://doi.org/10.5216/rp.v32i2.70852

Resumo

Neste texto apresentamos um relato de experiência de uma tarde com Lydia Hortélio, em que a educadora e musicóloga refletiu sobre “olhar menino” para “aprender menino”. Esse “olhar menino” está associado à criança interior, que tem o potencial de ressignificar nosso modo de vida, nossa percepção do mundo e nossas práticas socioeducativas. Para alcançar esse olhar, ou para chegar a esse grau de compreensão e de desenvolvimento, teríamos então que “aprender menino”, o que de acordo com Lydia só é possível se nos aproximarmos da fonte, ou seja, das crianças, que ao viverem em uma sociedade regida pela lógica adultocêntrica são consideradas em segundo plano no que diz respeito às práticas sociais, culturais e políticas.

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Biografia do Autor

José Douglas Alves dos Santos, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, jdneo@hotmail.com

Doutor em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Membro do Núcleo Infância, Comunicação, Cultura e Arte (NICA) e do Coletivo Tecendo: cultura arte educação. Editor-chefe do Zensacionalista; autor do projeto Estudo de Nuvens; escritor fatimense; e Desmistificador de Dálias.

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Publicado

2021-11-18

Como Citar

ALVES DOS SANTOS, J. D. Uma tarde com Lydia Hortélio: “olhar menino” para “aprender menino”. Revista Polyphonía, Goiânia, v. 32, n. 2, p. 271–285, 2021. DOI: 10.5216/rp.v32i2.70852. Disponível em: https://revistas.ufg.br/sv/article/view/70852. Acesso em: 29 set. 2022.