QUILOMBAGEM E ESCOLA:
Da memória à história pública
DOI:
https://doi.org/10.5216/revufg.v25.81151Palavras-chave:
Educação básica, Extensão universitária, História e Cultura Africana, Movimentos negrosResumo
Este artigo aborda um relato de experiência de um projeto de extensão articulado com a curricularização da extensão no Curso de Serviço Social da Unifesp. A ideia do quilombo como um conjunto de premissas e ações de uma proposta que articula uma ação contínua: compreendido como um espaço-tempo de formas complexas e artesanais de organização política, o quilombo figura como um modelo de ação para articular Universidade, Educação Básica e Sociedade Civil como contribuição ao cumprimento da Lei 10639/03, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Africana e Afro-brasileira. O projeto articula a noção de aliança entre instituições públicas e movimentos sociais, além da perspectiva do protagonismo negro do pós-abolição para alimentar a escrita e o ensino de uma História que, ao se propor mais pública, democrática e afrocentrada, também se coloca em movimento. Em diálogo com autoras como Gomes (2003), Gonçalves (2008) e Nascimento (2022), as quais fundamentam teoricamente a práxis político-pedagógica. Ele objetiva formar extensionistas para atuar com o movimento negro na recomposição das histórias de pessoas que construíram e constroem Santos, mas não tiveram até aqui suas contribuições reconhecidas como parte da história da cidade. Esse conteúdo é compartilhado com as escolas para que haja a articulação com o projeto político pedagógico. Os resultados parciais aqui apresentados evidenciam o potencial da extensão para contribuir com a práxis antirracista na Baixada Santista por meio da sistematização e da visibilidade de outras epistemologias.
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