Um estudo sobre exclusão social e depressão a partir do plantão psicológico

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/revufg.v20.66615

Resumo

A partir de intervenções na modalidade de Plantão Psicológico com usuários de uma casa de apoio, buscou-se investigar a exclusão social como possível condição produtora de vivências relativas à depressão. A Teoria Fundamentada, metodologia de natureza qualitativa, foi adotada. Foram selecionados diários de campo produzidos pela equipe de extensão e pesquisaa partir de cada atendimento realizado.Como resultado da investigação destes registros, foram mapeadas vivências depressivas associadas a rupturas relacionais que desvitalizam e geram uma sensação de desenraizamento e não pertencimento. Os maus encontros de sujeitos excluídos com pessoas de outras classes através de olhares de rebaixamento podem aumentar a sensação de vulnerabilidade. Notou-se também que a falta de perspectivas parece provocar uma significativa desvinculação com o mundo. A escuta clínica representou um espaço de emergência das potências dos sujeitos excluídos, além de uma importante fonte de suporte social.

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Biografia do Autor

Mikelly Neves Silva, Universidade Federal de Jataí (UFJ), Jataí, Goiás, Brasil, mikellyneves@hotmail.com

Graduação em Psicologia (em andamento) pela Universidade Federal de Jataí. Foi bolsista do Programa de Iniciação Científica 2018-2020.

Érico Douglas Vieira, Universidade Federal de Jataí (UFJ), Jataí, Goiás, Brasil, ericopsi@yahoo.com.br

Possui Graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2003), Especialização em Psicodrama pelo Instituto Mineiro de Psicodrama Jacob Levy Moreno (2004), Mestrado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2009), Doutorado em Psicopatologia Clinica e Psicologia da Saúde pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

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Publicado

2020-12-31

Como Citar

SILVA, M. N. .; VIEIRA, Érico D. . Um estudo sobre exclusão social e depressão a partir do plantão psicológico. Revista UFG, Goiânia, v. 20, n. 26, 2020. DOI: 10.5216/revufg.v20.66615. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/66615. Acesso em: 8 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos