Memória do programa “Trilhas Potiguares” (1996-1999)

23 anos depois

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/revufg.v18i24.58603

Resumo

Este artigo revisita a atividade de extensão denominada “Trilhas Potiguares” desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Essa atividade foi objeto da pesquisa intitulada “Memória do Programa Trilhas Potiguares de 1996-1999”. A pesquisa de natureza qualitativa visava, dentre outros objetivos, preservar a memória dessa atividade de extensão e foi realizada em nível de mestrado no Programa de Pós-graduação em Educação da UFRN entre os anos 1998 a 2000. Hoje, o Programa Trilhas Potiguares está na sua vigésima terceira edição e é considerado o “maior Programa de Extensão” da UFRN conforme Fraga e Villa (2017). O Relatório das Trilhas Potiguares do ano de 2018 divulga que o Programa envolve 243 alunos, 43 cursos, 11 Centros, desenvolve 743 ações e 29.886 pessoas foram atendidas pelo programa (UFRN, 2019b). Passadas mais de duas décadas da realização da pesquisa, é possível afirmar que as atividades de extensão do Trilhas preservam os aspectos positivos identificados naquele estudo realizado há vinte anos: a sua capacidade de articular ensino e extensão. Porém, acompanha a tendência mundial que convoca as universidades a assumirem o protagonismo no processo de desenvolvimento da sociedade, nos campos científicos, social, econômico, ambiental e cultural nos marcos da racionalidade neoliberal.

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Biografia do Autor

Andréia da Silva Quintanilha Sousa, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal, Rio Grande do Norte, Brasil, aquintanilhasousa@gmail.com

Doutora em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Pós-Doutora na Universidade de Algarve/PT;  professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte

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Publicado

28-12-2018

Como Citar

SOUSA, A. da S. Q. Memória do programa “Trilhas Potiguares” (1996-1999): 23 anos depois. Revista UFG, Goiânia, v. 18, n. 24, 2018. DOI: 10.5216/revufg.v18i24.58603. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/58603. Acesso em: 21 maio. 2024.

Edição

Seção

Artigos