Pagode com groove arrastado

O álbum Pluralidade nas espirais da cena musical de Salvador

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/mh.v26.83291

Palavras-chave:

Pop Music, Bahian Pagode, Dragged Groove

Resumo

O artigo reflete sobre as rearticulações da cena musical negra baiana em relação à música pop e seus diálogos com a tradição oral. Para tanto, realizamos o estudo de caso do álbum Pluralidade (2008), da banda de pagode Fantasmão, que nos permite pensar em diálogos musicais com a cena estabelecida em Salvador com o Ilê Aiyê em 1974, e seus atravessamentos com a música pop e gêneros musicais afrodiaspóricos. Para tanto, nosso argumento se baseia em estudos da música pop , das territorialidades e interseccionalidades para compreendermos como o pop atravessa a música negra de Salvador. O estudo do álbum que introduz o chamado groove arrastado permitiu observar os fluxos intensos do pagode baiano com a rede musical afrodiaspórica do Atlântico Negro, com a música pop e o samba duro.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Nadja Vladi Gumes, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Santo Amaro, Bahia, Brasil, nadjavladi@ufrb.edu.br

Nadja Vladi é professora associada da UFRB. Docente permanente do programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRB, do PPGARTES da UFRB, e do Programa Interdisciplinar em Cultura da UFBA. Doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA, foi professora visitante da McGill University (Canadá) e fez pós-doutorado na UFRJ.  É professora do curso de graduação do curso de Produção musical da UFRB. Atualmente pesquisa práticas musicais, corporeidades e territorialidades. è líder do grupo de pesquisa MusPop_MMC.

Tatiana Rodrigues Lima, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Santo Amaro, Bahia, Brasil tatianarodrigues@ufrb.edu.br

Tatiana Rodrigues Lima é pesquisadora e professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), onde atua no Programa de Pós-Graduação em Comunicação - Mídia e Formatos Narrativos (PPGCOM), no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGArtes) e no Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (Cecult). Coordena o Curso Superior Tecnológico em Produção Musical e lidera o grupo de pesquisa Música e Mediações Culturais - MusPop/MMC (CNPq/UFRB). É jornalista, mestra e doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia e tem pós-doutorado no Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança (Inet-md) da Universidade Nova de Lisboa.

Lucas Amorim, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Santo Amaro, Bahia, Brasil amorimclucas@gmail.com

Lucas Amorim é publicitário e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Integra o grupo de pesquisa Música e Mediações Culturais (MusPop), além de desenvolver pesquisa com foco no pagode baiano e nos estudos das dinâmicas da cena de música periférica da Bahia. Atualmente, investiga o álbum Pluralidade, da banda Fantasmão, e seus impactos na cena do pagode baiano.

Melina Santos, Universidade Federal Fluminense,(UFF) Rio de Janeiro, RJ, Brasil melsantos1985@gmail.com

Pós-Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Cultura e Territorialidades (UFF) (FAPERJ). Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Downloads

Publicado

2026-02-16

Como Citar

GUMES, Nadja Vladi; RODRIGUES LIMA, Tatiana; AMORIM, Lucas; SANTOS, Melina. Pagode com groove arrastado: O álbum Pluralidade nas espirais da cena musical de Salvador. Música Hodie, Goiânia, v. 26, 2026. DOI: 10.5216/mh.v26.83291. Disponível em: https://revistas.ufg.br/musica/article/view/83291. Acesso em: 19 fev. 2026.

Edição

Seção

Artigos