A CONSTRUÇÃO DO PROTAGONISMO NEGRO: A IMPORTÂNCIA DO NÚCLEO AFRO-BRASILEIRO E INDÍGENA DE ILHA SOLTEIRA (NABISA) NA FORMAÇÃO DE UMA BIÓLOGA

Autores

  • Márla Alixandre Silva Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), Ilha Solteira, São Paulo, Brasil, marla.alixandre@unesp.br https://orcid.org/0000-0001-6587-5172
  • Harryson Júnio Lessa Gonçalves Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), Ilha Solteira, São Paulo, Brasil, harryson.lessa@unesp.br https://orcid.org/0000-0001-5021-6852
  • Bianca Rafaela Boni Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP), São Paulo, São Paulo, Brasil, bianca.boni@unesp.br https://orcid.org/0000-0003-4765-4282

DOI:

https://doi.org/10.5216/ia.v46i3.67957

Resumo

O número de pessoas negras com acesso ao ensino superior tem aumentado nos últimos anos, reflexo do crescimento de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas devido às mudanças sociais e políticas nas últimas décadas. Contudo, o racismo ainda está fortemente presente nos diversos âmbitos da sociedade, inclusive em instituições de ensino superior. Pensando nisso, este artigo objetiva refletir sobre como a participação no Núcleo Afro-Brasileiro e Indígena de Ilha Solteira (NABISA) impactou na construção do protagonismo negro na formação de uma Bióloga a partir de narrativas da própria autora. A falta de abordagem da temática negra na graduação coloca o NABISA como uma das principais influências na construção da identidade da autora, enquanto mulher negra e profissional, demonstrando a importância de se ter espaços de crítica e reflexão social e política que impactem na formação inicial.

PALAVRAS-CHAVE: Núcleo Negro. Ensino Superior. Racismo. Biologia.

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Biografia do Autor

Márla Alixandre Silva, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), Ilha Solteira, São Paulo, Brasil, marla.alixandre@unesp.br

Licenciada em Ciências Biológicas pela Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira da UNESP. Atuou como monitora das disciplinas Metodologia Científica e História e Filosofia da Educação, como voluntária dos Projetos de Extensão Parque de Equoterapia, InterRobótica e InterCiência. Desenvolveu projeto que investigou aspectos relativos à Reforma do Ensino Médio.

Harryson Júnio Lessa Gonçalves, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), Ilha Solteira, São Paulo, Brasil, harryson.lessa@unesp.br

Livre-docente em Didática e Currículo (2019) pela Universidade Estadual Paulista - UNESP; doutor em Educação Matemática (2012) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP; pedagogo (2002) e mestre em Educação (2005) pela Universidade de Brasília - UnB.

Bianca Rafaela Boni, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP), São Paulo, São Paulo, Brasil, bianca.boni@unesp.br

Licenciada em Ciências Biológicas pela Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) - campus de Ilha Solteira. Mestra e Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Educação para Ciência da Faculdade de Ciências da UNESP, campus de Bauru.

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Publicado

2021-12-24

Como Citar

SILVA, M. A.; GONÇALVES, H. J. L. .; RAFAELA BONI, B. A CONSTRUÇÃO DO PROTAGONISMO NEGRO: A IMPORTÂNCIA DO NÚCLEO AFRO-BRASILEIRO E INDÍGENA DE ILHA SOLTEIRA (NABISA) NA FORMAÇÃO DE UMA BIÓLOGA. Revista Inter Ação, Goiânia, v. 46, n. 3, p. 1413–1428, 2021. DOI: 10.5216/ia.v46i3.67957. Disponível em: https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/67957. Acesso em: 7 jul. 2022.