INCLUSÃO DE FARELO DE GOIABA NA DIETA DE CODORNAS EUROPÉIAS

Autores

  • Luiz Carlos Lemos Camelo UFRPE
  • Geraldo Roberto Quintão Lana UFAL
  • Marcos José Batista dos Santos UFRPE
  • Yruama Adliede Ribeiro Prates Camelo UFRPE
  • Andreza Lourenço Marinho UFRPE
  • Carlos Bôa-Viagem Rabello UFRPE

DOI:

https://doi.org/10.1590/cab.v16i3.24342

Palavras-chave:

alimento alternativo, cortunix cortunix cortunix, rendimento de carcaça, resíduo da agroindústria

Resumo

Este experimento foi conduzido com o objetivo de analisar o desempenho e características de carcaça de codornas europeias alimentadas com resíduo da agroindústria da goiaba em substituição ao milho. Foram utilizadas 140 aves, distribuídas em um delineamento inteiramente casualizado. Os tratamentos consistiram em uma ração controle e  quatro rações com níveis de inclusão 2,5; 5,0; 7,5 e 10,0% de farelo de goiaba em uma ração à base de milho e farelo de soja. Não foram observadas diferenças significativas (P>0,05) para as variáveis: ganho de peso, consumo de ração, conversão alimentar, eficiência alimentar, peso e rendimento de carcaça e cortes nobres (peito, coxa e sobre-coxa) asas, dorso, pescoço cabeça, pés e órgãos comestíveis (coração, fígado e moela). O farelo de goiaba pode ser utilizado como ingrediente alternativo nas dietas de codornas europeias, no período de 16 a 38 dias de idade, até o nível de 10% de inclusão, sem deprimir o desempenho produtivo e rendimento de carcaças das aves.

Palavras-chave: alimento alternativo; Cortunix cortunix cortunix; desempenho; rendimento de carcaça; resíduo da agroindústria.

 

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Biografia do Autor

Luiz Carlos Lemos Camelo, UFRPE

Geraldo Roberto Quintão Lana, UFAL

Yruama Adliede Ribeiro Prates Camelo, UFRPE

Andreza Lourenço Marinho, UFRPE

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Publicado

2015-07-30

Como Citar

CAMELO, L. C. L.; LANA, G. R. Q.; SANTOS, M. J. B. dos; CAMELO, Y. A. R. P.; MARINHO, A. L.; RABELLO, C. B.-V. INCLUSÃO DE FARELO DE GOIABA NA DIETA DE CODORNAS EUROPÉIAS. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 16, n. 3, p. 343–349, 2015. DOI: 10.1590/cab.v16i3.24342. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/24342. Acesso em: 30 maio. 2024.

Edição

Seção

Produção Animal