Zwischen Minervas Eule und Penelopes Mantel
Hegel, Ende der Geschichte und Ende des Staates
DOI:
https://doi.org/10.5216/rth.v28i1.82695Schlagworte:
Hegel, Ende der Geschichte, Ende des StaatesAbstract
Hegel ist der Philosoph der Freiheit, der, ausgehend vom historischen Bewusstsein, der Welt das Wissen um die Freiheit offenbart. Wenn Freiheit ihr Inhalt ist, dann ist die Geschichte das Fundament, die Basis und das Herz ihres Systems, sodass Philosophie und Geschichte ein und dasselbe sind. Dieses Verhältnis von Freiheit und Geschichte führt zu einem Interpretationsproblem, das bis heute zu verschiedenen Wetten führt: Gibt es bei Hegel überhaupt ein Ende der Geschichte? Da Hegels Geschichtsphilosophie eine Staatsphilosophie ist, besteht das Ziel dieser Arbeit darin, im Lichte ihres historischen und biografischen Kontexts darüber nachzudenken, wie die Idee vom Ende der Geschichte bei Hegel erscheint, und dabei die Historizität, Dialektik und Rationalität seines Denkens hervorzuheben. Die angewandte Methodologie ist die Makrophilosophie, um eine Lesart zu entwickeln, die sich nicht auf den Text beschränkt, und schon gar nicht auf eine exegetische Anstrengung, die den Kontext, in dem das Werk des Philosophen entwickelt wird, nicht berücksichtigt. Ausgangspunkt der Entwicklung dieser Arbeit ist die Erkenntnis, dass die Vorstellung vom Ende der Geschichte als Ziel oder Zweck erscheint, sodass jedes Ende zugleich ein Anfang ist.
Literaturhinweise
ALMEIDA, Philippe Oliveira de; CHAGAS, Dante Alexandre Ribeiro das. A Era da Inércia? Por um Brasil de novos começos. Terceiro Milênio: Revista Crítica de Sociologia e Política. v. 21, n. 2, mai./ago., 2023.
ANDERSON, Perry. O fim da História: de Hegel a Fukuyama. Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992.
AURAS, N. O feminino na figura da irmã: Christiane Hegel e Antígona. Antítesis - Revista iberoamericana de estudios hegelianos, n. 3, p. 49–66, 2022. DOI: 10.15366/antitesis2022.1.002. Disponível em: https://revistas.uam.es/antitesis/article/view/15477. Acesso em: 17 mai. 2025.
BARROS, Lucas Camarotti de. Hegel místico: o lado oculto do idealismo absoluto. 2021. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2021.
BEISER, Frederick C. Hegel. Trad. Guilherme Rodrigues Neto. São Paulo: Ideias & Letras, 2014.
BOURGEOIS. Bernard. Hegel: os atos do espírito. Trad. Paulo Neves. São Leopoldo: Unisinos, 2004.
CHAGAS, Dante Alexandre Ribeiro das. No Crepúsculo do Voo da Ave de Minerva: O(s) Fim(ns) da História entre Hegel e o Hegelianismo. Dissertação (Mestrado em Direito) Belo Horizonte: Faculdade de Direito da UFMG, 2024.
CHAGAS, Dante Alexandre Ribeiro das. O Sequestro de Jano: o totalitarismo de mercado. In: Anais do VII Seminário Discente do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (PPGS-UFMG). Campina Grande: Amplia, 2023.
CHAIDER SILVA SCALDAFERRO, M. Hegel e o fim da história. Polymatheia - Revista de Filosofia, v. 5, n. 8, 2021. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/revistapolymatheia/article/view/6494. Acesso em: 17 maio. 2025.
D’HONDT, Jacques. Hegel e o Hegelianismo. Trad. Emilia Piedade. Lisboa: Edições 70, 1982.
D’HONDT, Jacques. Hegel secreto. Trad. Victor Fishman. Buenos Aires: Ediciones Corregidor, 1976.
D’HONDT, Jacques. Hegel. Trad. Carlos Pujol. Barcelona: Tusquets, 2002.
D’HONDT, Jaques. Hegel, filósofo de la historia viviente. Buenos Aires: Amorrortu editores, 1966.
DILTHEY, Wilhelm. Hegel y el Idealismo. In: Obras de Wilhelm Dilthey: V. 2. ed. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 1956.
DUQUE, Félix. La Restauración. La escuela hegeliana y sus adversarios. Madrid: Ediciones Akal, 1999.
FAUSTO, Ruy. Dialética. Dialética marxista, dialética hegeliana. Discurso, v. 20, s.n., 41-77, 1993.
FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Trad. Maria Goes. Lisboa: Gradiva Publicações, 1992.
FUKUYAMA, Francis. The end of History? The National Interest, n. 16, p. 3-18, 1989. Disponível em: http://www.wesjones.com/eoh.htm#source. Acesso em: 17 mai. 2025.
HEGEL, G. W. F. Enciclopédia das ciências filosóficas em compêndio (1830): a filosofia do espírito v. 3. Trad. Paulo de Meneses. São Paulo: Loyola, 1995.
HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do espírito. Trad. de P. Meneses. Petrópolis: Vozes, 2002.
HEGEL, G.W.F. A Razão na História: uma introdução geral à filosofia da história; Introdução de Robert S. Hartman; Trad. Beatriz Sidou. 2. ed. São Paulo: Centauro, 2001.
HEGEL, G.W.F. Enciclopédia das ciências filosóficas em compêndio: 1830. V.1. Trad. Paulo Meneses e José Machado. São Paulo: Loyola, 1995.
HEGEL, G.W.F. Escritos de Juventud. Trad. Jose Maria Ripalda e Zoltan Szankay. Madrid: Fondo de Cultura Economica, 2003.
HEGEL, G.W.F. Filosofia da História. Trad. Maria Rodrigues e Hans Harden. 2. ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1999.
HEGEL, G.W.F. La constitucion alemana. In: HEGEL, G.W.F. Escritos de Juventud. Trad. Jose Maria Ripalda e Zoltan Szankay. Madrid: Fondo de Cultura Economica, 2003.
HEGEL, G.W.F. Princípios da Filosofia do Direito ou Direito Natural e Ciência Política em Compêndio. Porto Alegre, Editora Fênix, 2021.
HEGEL, G.W.F. Vida de Jesus. Trad. Oliver Tolle. São Paulo: Ed. Clandestina, 2019.
HEGEL, G.W.F. Introdução à História da Filosofia. Trad. Antônio Pinto de Carvalho. São Paulo: Abril S.A, 1974.
HEGEL, G.W.F; HOLDERLIN, J.C.F.; SCHELLING, F. W. J. O mais antigo programa de sistema do Idealismo Alemão. Trad. Joãosinho Beckenkamp. Veritas. Porto Alegre, v.8, n. 2, jun/2003, p. 211-237. Disponível em: https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas/article/view/34794. Acesso em: 17 mai. 2025.
HEGEL. G.W.F. Diferença entre os Sistemas Filosóficos de Fichte e de Schelling. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2003.
HENRIQUES, Hugo Rezende. Dionysius Imperator Est: divagações sobre a ideia de Soberania em Hegel. In: TASSINARI, Ricardo Pereira et al. Liberdade e Direitos: Hegel e sua atualidade. Porto Alegre: Ed. Fundação Fênix, 2022.
HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: 1789-1848. Trad. Maria L. Teixeira e Marcos Penchel Rio de Janeiro: Paz & Terra, 2012.
HORTA, José Luiz Borges. A subversão da História e a falácia do fim do Estado. In: HORTA, José Luiz Borges.; SALGADO, Karine. História, Estado e Idealismo alemão. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2017.
HORTA, José Luiz Borges. Dialética do Poder Moderador: ensaio de uma ontoteleologia do Estado do Brasil. Tese (Doutorado em Direito). Belo Horizonte: Faculdade de Direito da UFMG, 2020.
HORTA, José Luiz Borges. Entre o Hegel racional e o Hegel real. In: HORTA, José Luiz Borges.; SALGADO, Karine. História, Estado e Idealismo alemão. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2017.
HORTA, José Luiz Borges. Sobre a constelação de modernidades. In: SALGADO, Karine; HORTA, José Luiz Borges (Org.). Razão e Poder: (re)leituras do político na filosofia moderna. Belo Horizonte: Initia Via, 2018
HYPPOLITE, Jean. Introdução à Filosofia da História de Hegel. Trad. Hamílcar de Garcia. Editora Civilização Brasileira S.A. Rio de Janeiro, 1971.
KOJÈVE, Alexandre. Introdução à leitura de Hegel. Trad. Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto: EDUERJ, 2002.
KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006
LANDES, David S. Prometeu desacorrentado: transformação tecnológica e desenvolvimento industrial na Europa ocidental, desde 1750 até a nossa época. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994.
LIMA VAZ, H.C. Escritos de Filosofia VI: Ontologia e História. São Paulo: Ed. Loyola, 2001.
LIMA VAZ, Henrique C. Introdução ao pensamento de Hegel: Tomo 1: a Fenomenologia do espírito e seus antecedentes. São Paulo: Edições Loyola, 2020.
LÖWITH, Karl. De Hegel a Nietzsche; A ruptura revolucionária no pensamento do século XIX, Marx e Kierkegaard. Trad. Luiz Fernando Barrére Martin, Flamarion Caldeira Ramos. São Paulo: EdUNESP, 2014.
MAGEE, Glenn A. Hegel and the hermetic tradition. Ithaca, NY: Cornell University Press, 2001.
MAYOS SOLSONA, Gonçal. Entre Logica i Empíria: Claus De La Filosofia Hegeliana De La Història. Barcelona: PPU, 1989.
MAYOS SOLSONA, Gonçal. Ilustración y Romanticismo. Introducción a la polémica entre Kant y Herder. Barcelona, Editorial Herder, 2004.
MAYOS SOLSONA, Gonçal. Macrofilosofia de la Modernidad. Rota: dLibro, 2012.
MAYOS SOLSONA, Gonçal. Marxa i sentit especulatius de la Historia. Comentari A Hegel. Barcelona: Universitas-40, 1993.
MAYOS SOLSONA, Gonçal. Modernidad y racionalidade. Razón geométrica versus Razón Dialéctica. Macrofilosofia de la Modernidad. Rota: dLibro, 2012.
MORAES, A. O. Fukuyama e o Fim da História - distorções ou más interpretações. Revista Eletrônica Estudos Hegelianos da SHB, p. 48-62, 2006.
REIS, José Carlos. História da “consciência histórica” ocidental contemporânea: Hegel, Nietzsche, Ricoeur. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
SALGADO, Joaquim Carlos. A Idéia de Justiça em Hegel. São Paulo: Loyola, 1996.
SALGADO, Joaquim Carlos. A ideia de justiça no mundo contemporâneo: fundamentação e aplicação do direito como maximum ético. Belo Horizonte: DelRey, 2006.
SALGADO, Joaquim Carlos. A ideia de justiça no período clássico ou da metafísica do objeto: a igualdade. Belo Horizonte: Del Rey, 2018.
SALGADO, Karine. A Paz Perpétua de Kant. Belo Horizonte: Mandamentos, 2008.
SALGADO, Karine. Ilustração e dignidade humana. In: HORTA, José Luiz Borges.; SALGADO, Karine. História, Estado e Idealismo alemão. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2017.
ŽIŽEK, Slavoj. Menos que nada. Hegel e a sombra do materialismo dialético. Trad. Rogério Bettoni. São Paulo: Boitempo, 2013.
Downloads
Veröffentlicht
Zitationsvorschlag
Ausgabe
Rubrik
Lizenz
Copyright (c) 2025 Revista de Teoria da História

Dieses Werk steht unter der Lizenz Creative Commons Namensnennung - Nicht-kommerziell - Keine Bearbeitungen 4.0 International.
A Revista publica única e exclusivamente artigos inéditos. São reservados à Revista todos os direitos de veiculação e publicação dos artigos presentes no periódico.
Licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License

