Mito, performance e poética em O Paraíso Perdido, do teatro da vertigem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/sig.v30i3.48071

Palavras-chave:

Teatro da Vertigem. Mito. Performance. Teatro. Poesia oral.

Resumo

A partir da ideia de que o texto dramático pode ser veículo de uma simbologia, o presente estudo verifica de que maneira a peça O paraíso perdido, do Teatro da Vertigem, evoca sentidos poéticos nas indicações que sugere para a performance. Para tanto, este estudo baseia-se nas ideias de Paul Zumthor sobre performance e nos trabalhos de Bachelard, Durand e outros pesquisadores do imaginário, investigando quais são os símbolos veiculados pela peça e como a performance constrói e comunica símbolos próprios da linguagem poética.

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Biografia do Autor

Douglas Ceccagno, Universidade de Caxias do Sul (PUC-RS)

Doutor em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Professor da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

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Publicado

2018-08-31

Como Citar

CECCAGNO, D. Mito, performance e poética em O Paraíso Perdido, do teatro da vertigem. Signótica, Goiânia, v. 30, n. 3, p. 417–433, 2018. DOI: 10.5216/sig.v30i3.48071. Disponível em: https://revistas.ufg.br/sig/article/view/48071. Acesso em: 20 fev. 2024.

Edição

Seção

Artigo