As construções aspectuais V1 (A)garrar + prep A + V2 infinitivo e V1 pegar + prep A + V2 infinitivo na língua portuguesa: um caso de variação linguística?

Autores

  • Sueli Maria Coelho Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (FALE/UFMG)
  • Geraldo Sérgio Pinto Drumond Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.5216/sig.v27i2.30772

Palavras-chave:

Construção aspectual, variação linguística, gramaticalização, verbo pegar, verbo (a)garrar.

Resumo

Adotando  uma  perspectiva  diacrônica  de  investigação  cuja  análise  seguiu critérios quantitativos e qualitativos, este estudo investigou a hipótese de que as  construções  aspectuais  constituídas  pelas  auxiliares  (a)garrar  e  pegar  + preposição a + V2
infinitivo, apesar de marcarem mais de um contorno aspectual no Português, não são variantes linguísticas. Os resultados obtidos confirmaram a hipótese aventada, além de acusarem que a construção aspectual que tem por V1  o  verbo  pegar  é  mais  antiga  e  mais  produtiva  na  língua. A  análise revelou ainda que, embora possa haver contextos de neutralização, ambas as construções se distinguem na conotação do aspecto durativo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Sueli Maria Coelho, Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (FALE/UFMG)

Doutora em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais, Professora Adjunta de Língua Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, atuando na graduação e na pós-graduação.

Geraldo Sérgio Pinto Drumond, Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais

Bacharel em Estudos Linguísticos pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais

Downloads

Publicado

2015-12-22

Como Citar

COELHO, S. M.; DRUMOND, G. S. P. As construções aspectuais V1 (A)garrar + prep A + V2 infinitivo e V1 pegar + prep A + V2 infinitivo na língua portuguesa: um caso de variação linguística?. Signótica, Goiânia, v. 27, n. 2, p. 287–306, 2015. DOI: 10.5216/sig.v27i2.30772. Disponível em: https://revistas.ufg.br/sig/article/view/30772. Acesso em: 17 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigo