Movimentos instituintes na escola

questões étnico-raciais e de gênero cinegrafando a educação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/revufg.v21.69175

Resumo

Este artigo quer dar visibilidade a uma experiência de extensão em uma escola pública que abordou questões étnico-raciais e de gênero. As experiências estéticas aconteceram nos anos 2019, presencialmente, e em 2020, no período de distanciamento social e ensino remoto da escola e da universidade. Objetivamos problematizar concepções étnico-raciais e de gênero, a partir das imagens e narrativas que apareceram nas oficinas de cinema na escola, com as crianças e com os professores, em formação inicial e continuada. Trilhamos caminhos para arranjar a metodologia a muitas mãos: trouxemos o arcabouço teórico em momentos de formação, rodas de conversa para a compreensão, oficinas de cinema para a criação ético-estética e sua apresentação para o deleite das produções realizadas. Ao final, observamos que os relatos das crianças e dos professores, em formação inicial e continuada, mostraram um entrelaçamento com as aprendizagens que permeiam memórias de narrativas cheias de sentido.

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Publicado

21-10-2021

Como Citar

MIORANDO, T. M.; COSTA, S. C. da .; OLIVEIRA, V. M. F. de . Movimentos instituintes na escola: questões étnico-raciais e de gênero cinegrafando a educação . Revista UFG, Goiânia, v. 21, n. 27, 2021. DOI: 10.5216/revufg.v21.69175. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/69175. Acesso em: 14 jul. 2024.

Edição

Seção

Dossiê - Cultura e diversidade étnico-raciais: articulando pesquisa e extensão