A MODERNIDADE ESQUECIDA: O art déco em Curitiba

Autores

  • Marcelo Saldanha Sutil

Resumo

Modernidade era a palavra de ordem para aqueles que viveram as décadas de 20 e 30 do século passado. Sozinho, o vocábulo condensava significados que definiriam desde as novidades tecnológicas até os anos pós-guerra. Era a velocidade, o automóvel, o gramofone, o rádio e, por que não, até o fogão a gás para a dona de casa. Moderna era a última moda vigente. Signo concreto de emancipação e de autonomia, moderno era o vivido e o futuro a caminho. Moderno um dia fora, por que não, o passado. Moderna era a arquitetura que se fazia. O adjetivo encampou, de certa maneira, tudo o que então se construía, e foi comum o termo ser empregado e definido como pertencendo a uma arquitetura cúbica, futurista, estilo 1925, Art Moderne, facista, estilo caixa d’água, Paris 25, Jazz Modern Style, La Mode 25 (Almada e Conde, 2000) – e assim por diante, numa série de denominações posteriormente agrupadas e definidas simplesmente como art déco, termo derivado do nome da Exposition Internacionale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes de 1925. (Continua...)

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Publicado

2017-08-01

Como Citar

SUTIL, M. S. A MODERNIDADE ESQUECIDA: O art déco em Curitiba. Revista UFG, Goiânia, v. 12, n. 8, 2017. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/48299. Acesso em: 17 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê Mundo Digital e a Universidade