UBUNTU: UMA FILOSOFIA ALTERNATIVA A CRISE AMBIENTAL

Autores

  • CARLOS FREDERICO MARES DE SOUZA FILHO Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, Goiás, Brasil, carlosmares@terra.com.br http://orcid.org/0000-0001-6529-6058
  • Ueytaque, Nicolle Sayuri Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, Paraná, Brasil, carlosmares@terra.com.br
  • Chico, Hermelindo Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, Paraná, Brasil, hermelindochico@gmail.com https://orcid.org/0000-0001-7897-193X

DOI:

https://doi.org/10.5216/rfd.v45i3.68014

Palavras-chave:

Ubuntu; Crise ambiental; Natureza; Espiritualidade; Modernidade

Resumo

Este artigo tem por objetivo apresentar Ubuntu como uma filosofia alternativa aos problemas ecológicos e ambientais da modernidade. A reflexão vale-se do conceito de Ubuntu que busca entender a coletividade de um modo mais integral para o alcance do equilíbrio e harmonia com a natureza. Por se tratar de um assunto e tema com poucas abordagens escritas, levou-se também em consideração a fonte oral do saber baseada na tradição viva dos povos africanos, de comentários e relatos. Do estudo e análises realizadas, conclui-se que Ubuntu tem como objetivo o conhecimento ou sabedoria ecológica, propondo-se explorar a variedade de inter-relações dos seres vivos na natureza, sem a exclusão dos humanos, das gentes e das sociedades. É por causa desse entendimento que Ubuntu é considerada, até por definição, Naturocêntrica e, portanto, pode colaborar indubitavelmente para lidar com a crise ecológica e os problemas ambientais da modernidade.

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Biografia do Autor

CARLOS FREDERICO MARES DE SOUZA FILHO, Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, Goiás, Brasil, carlosmares@terra.com.br

Professor Titular de Direito Socioambiental da PUCPR

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Publicado

2022-01-21

Como Citar

DE SOUZA FILHO, C. F. M.; UYETAQUE, N. S. .; CHICO, H. UBUNTU: UMA FILOSOFIA ALTERNATIVA A CRISE AMBIENTAL. Revista da Faculdade de Direito da UFG, Goiânia, v. 45, n. 3, 2022. DOI: 10.5216/rfd.v45i3.68014. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revfd/article/view/68014. Acesso em: 29 nov. 2022.