ESCOLA: ESPAÇO DE RESISTÊNCIA NA INTERPRETAÇÃO DAS POLÍTICAS EDUCATIVAS

Resumo

Este trabalho aborda o processo de interpretação/tradução das políticas educativas pelos educadores na escola básica de Goiás e do Rio de Janeiro, analisando os ajustamentos secundários realizados por eles nesse processo. Utilizo os conceitos de atuação das políticas (BALL et al., 2016) e o de comunidade de prática (LAVE; WENGER, 1991) para apoiar-me na argumentação. Constatou-se que, em Goiás e na cidade do Rio de Janeiro, os educadores encontraram brechas para resistirem às propostas da política educativa. No primeiro caso, a política por ser mais prescritiva possibilitou ações mais pontuais dos professores no enfrentamento das propostas. No Rio de Janeiro, por ser uma política em fase inicial e menos prescritiva, possibilitou a formação de uma comunidade de prática que fortaleceu o trabalho em equipe.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Vania Finholdt Angelo Leite, Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro na disciplina de Didática e Estágio Supervisionado. Professora do quadro permanente do Mestrado em Educação - Processos Formativos e Desigualdades Sociais.
Publicado
13-08-2019
Como Citar
Leite, V. F. A. (2019). ESCOLA: ESPAÇO DE RESISTÊNCIA NA INTERPRETAÇÃO DAS POLÍTICAS EDUCATIVAS. Revista Inter Ação, 44(2), 529-538. https://doi.org/10.5216/ia.v44i2.55662