O CONTRATO DE COMUNICAÇÃO NA SALA DE AULA

Autores

  • Patrick Charaudeau Université de Paris XIII

DOI:

https://doi.org/10.5216/ia.v37i1.18861

Resumo

Não se pode reduzir o ato de comunicação a uma relação simétrica entre um emissor e um receptor; é necessário analisar as condições em que os sujeitos falantes reconhecem este direito recíproco de falar e construir sentido, para que o ato de comunicação se realize. Isso se dá em uma troca linguageira em que os parceiros reconhecem mutuamente o direito à palavra, ou seja, ambos entram em um contrato em que as partes buscam princípios, pertinência, influência e regulação comuns. Em uma situação de sala de aula, os parceiros contratam sua interação, de forma a construirem suas identidades, finalidades e papéis, para que os sentidos possam ser o resultado do ato de comunicação.

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Biografia do Autor

Patrick Charaudeau, Université de Paris XIII

The act of communication cannot be reduced to a symmetrical relationship between a transmitter and a receiver. The conditions under which the speaking subjects recognize this reciprocal right to speak and construct meaning for the act of communication to take place must be analyzed. This act occurs in a language exchange in which the partners recognize each other’s right to speak, that is, both enter a contract in which they seek common principles, relevance, influence and regulation. In a classroom situation, the partners use their interaction in a way that co-constructs their identities, objectives and roles so that the senses can be the result of the act of communication.

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Publicado

2012-06-08

Como Citar

CHARAUDEAU, P. O CONTRATO DE COMUNICAÇÃO NA SALA DE AULA. Revista Inter Ação, Goiânia, v. 37, n. 1, p. 1–14, 2012. DOI: 10.5216/ia.v37i1.18861. Disponível em: https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/18861. Acesso em: 27 nov. 2022.