Meninas órfãs, irmãs vicentinas e profissionalização feminina no século XIX em Fortaleza (CE)

Autores

  • Ana Cristina Pereira Lima Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), Natal, Rio Grande do Norte, Brasil, anacris.historiaufc@gmail.com

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v25i2.63310

Resumo

Este artigo trata do contexto de instalação do Colégio da Imaculada Conceição no Ceará. Na metade do século XIX, vários discursos e práticas sobre a educação feminina viraram pauta importante na imprensa e na legislação, indicando a atuação de diferentes agentes na fabricação ideal de mulher e de mãe. A partir de periódicos do período, fontes oficiais, regulamentos do Colégio, romances e livros de memória é possível analisar o cotidiano de meninas pobres que recebiam educação profissional e religiosa no recolhimento organizado pelas Irmãs de São Vicente de Paula. O orfanato do Colégio da Imaculada Conceição em Fortaleza (CE) não era um simples abrigo; era uma instituição voltada à preparação de órfãs para o trabalho.

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Biografia do Autor

Ana Cristina Pereira Lima, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), Natal, Rio Grande do Norte, Brasil, anacris.historiaufc@gmail.com

Doutorado em História pela Universidade Federal do Ceará. Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte.

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Publicado

2020-10-20

Como Citar

PEREIRA LIMA, A. C. Meninas órfãs, irmãs vicentinas e profissionalização feminina no século XIX em Fortaleza (CE) . História Revista, Goiânia, v. 25, n. 2, p. 309 –, 2020. DOI: 10.5216/hr.v25i2.63310. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/63310. Acesso em: 4 jul. 2022.