O dia em que o Brasil parou: A morte de Tancredo Neves como cerimônia midiática

Autores

  • Marialva Barbosa Universidade Federal Fluminense (UFF)

DOI:

https://doi.org/10.5216/c&i.v7i1.24283

Palavras-chave:

Televisão. Cerimônia. Morte de Tancredo Neves.

Resumo

O texto tem por objetivo estudar a forma como a televisão brasileira constrói a representação da morte. A partir da emissão do Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, desvelando o desfecho da agonia que vitimara o então presidente eleito, Tancredo Neves, em 21 de abril de 1985, procura-se mostrar como a televisão construiu uma cerimônia em torno do acontecimento morte. A emissão ao vivo do velório e sepultamento de Tancredo Neves, como cerimônia midiática produz uma espécie de suspensão do tempo e procura, mediante uma série de estratégias, conseguir a adesão do público ao espetáculo. Este texto apresenta resultados da pesquisa "Mídia e Cerimônias. Uma análise do modelo cerimonial da televisão brasileira",
financiada pelo CNPq.

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Biografia do Autor

Marialva Barbosa, Universidade Federal Fluminense (UFF)

Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Universidade Federal
Fluminense.

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Publicado

2013-05-21

Como Citar

BARBOSA, M. O dia em que o Brasil parou: A morte de Tancredo Neves como cerimônia midiática. Comunicação & Informação, Goiânia, Goiás, v. 7, n. 1, p. 63–79, 2013. DOI: 10.5216/c&i.v7i1.24283. Disponível em: https://revistas.ufg.br/ci/article/view/24283. Acesso em: 30 jun. 2022.

Edição

Seção

Artigos