A imprensa brasileira e a síndrome da erva daninha

Autores

  • Wilson da Costa Bueno Universidade de São Paulo (USP)

DOI:

https://doi.org/10.5216/c&i.v6i2.24206

Palavras-chave:

Jornalismo Ambiental. Jornalismo e Agribusiness. Jornalismo e Biodiversidade.

Resumo

A imprensa brasileira, apoiada numa perspectiva essencialmente econômica, tem contribuído para difudir um falso conceito de sustentabilidade, contaminado pelos interesses das grandes empresas multinacionais. Por isso, considera o conhecimento local, a defesa da biodiversidade e a resistência aos transgênicos como traços de uma cultura primitiva que se encontra em oposição ao pensamento científico. Para reverter esse processo e estabelecer uma postura crítica em relação à chamada "mentalidade química", é essencial capacitar os jornalistas, mostrando-lhes como esses interesses atuam fortemente na indústria da comunicação. Este artigo identifica as formas de atuação das empresas multinacionais, que visam ao monopólio das sementes e dos insumos agrícolas.

 

 

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Biografia do Autor

Wilson da Costa Bueno, Universidade de São Paulo (USP)

Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UMESP e professor de Jornalismo da ECA/USP. Mestre e doutor em Comunicação Social e especialista em Jornalismo Científico e Comunicação Rural pela USP. Diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa.

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Publicado

2013-05-14

Como Citar

BUENO, W. da C. A imprensa brasileira e a síndrome da erva daninha. Comunicação & Informação, Goiânia, Goiás, v. 6, n. 2, p. 13–30, 2013. DOI: 10.5216/c&i.v6i2.24206. Disponível em: https://revistas.ufg.br/ci/article/view/24206. Acesso em: 28 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos