Células fetais bovinas de cultivo primário submetidas a diferentes pressões negativas antes do congelamento em palhetas

Autores

  • Diana de Matia Liposki Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, diHPlavigne@msn.com
  • Lain Uriel Ohlweiler Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil,l ainuriel@yahoo.com.br
  • Joana Claudia Mezzalira Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, joanamezzalira@yahoo.com.br
  • Cláudio Francisco Brogni Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, claudiobrogni@gmail.com9 http://orcid.org/0000-0002-9329-9173
  • Larissa Goulart Silva Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, larigoullar@hotmail.com
  • Alceu Mezzalira Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, alceu.mezzalira@udesc.br

DOI:

https://doi.org/10.1590/cab19044099

Resumo

O congelamento de células é uma importante ferramenta na preservação de espécies ameaçadas de extinção. Células fetais de cultivo primário obtidas de um bovino clone foram submetidas à pressão negativa (PN) de 200, 500 ou 800 mbar, imediatamente (PN0h) ou três horas antes (PN3h) do congelamento em palhetas finas, com 10% de DMSO como crioprotetor. Células frescas e congeladas sem submissão à PN foram utilizadas como controles. Avaliou-se a viabilidade pós-descongelamento, a curva de proliferação celular, assim como o tempo de duplicação da população (PDT) celular, a cada 24 horas, durante oito dias. Os dados obtidos foram submetidos ao teste de Tukey ou Qui quadrado (P?0,05). A sobrevivência média dos grupos controle (89,8%) e PN500 0h (88,1%) foi superior aos outros grupos; o tempo de PDT foi semelhante nos grupos fresco (27,5 ± 0,35 h), controle congelado (30,1 ± 2,3 h) e PN500 0h (32,4 ± 1,6 h). O menor tempo foi observado no grupo PN800 0h (21,9 h). O congelamento de células fetais bovinas de cultivo primário, realizado em palhetas de 0,25 mL, com 10% de DMSO, possibilita elevadas taxas de sobrevivência após o descongelamento. A PN modifica a curva de crescimento de células criopreservadas, sendo que as intensidades de 200 ou 500 mbar, aplicadas imediatamente antes do congelamento das células, possibilitam curvas de proliferação semelhantes às obtidas com células frescas.
Palavras-chave: células somáticas; criopreservação; estresse controlado; preservação animal.

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Biografia do Autor

Diana de Matia Liposki, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, diHPlavigne@msn.com

Lain Uriel Ohlweiler, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil,l ainuriel@yahoo.com.br

Joana Claudia Mezzalira, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, joanamezzalira@yahoo.com.br

Cláudio Francisco Brogni, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, claudiobrogni@gmail.com9

Larissa Goulart Silva, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, larigoullar@hotmail.com

Alceu Mezzalira, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, alceu.mezzalira@udesc.br

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Publicado

2018-06-05

Como Citar

DE MATIA LIPOSKI, D.; URIEL OHLWEILER, L.; CLAUDIA MEZZALIRA, J.; FRANCISCO BROGNI, C.; GOULART SILVA, L.; MEZZALIRA, A. Células fetais bovinas de cultivo primário submetidas a diferentes pressões negativas antes do congelamento em palhetas. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 19, p. 1–11, 2018. DOI: 10.1590/cab19044099. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/e-44099. Acesso em: 24 jul. 2024.

Edição

Seção

MEDICINA VETERINÁRIA