ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO DA ARTÉRIA CELÍACA EM PREÁS (Galea spixii Wagler, 1831)

Autores

  • Gleidson Benevides de Oliveira Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Doutorando em Ciência Animal
  • Radan Elvis Matias de Oliveira Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Graduando em Medicina Veterinária
  • Ferdinando Vinicius Fernandes Bezerra Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Doutorando em Ciência Animal
  • Felipe Venceslau Câmara Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Mestrando em Ciência Animal
  • Hélio Noberto de Araújo Júnior Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Graduando em Medicina Veterinária
  • Moacir Franco de Oliveira Universidade Federal Rural do Semi-Árido/ Docente do curso de Pós-Graduação em Ciência Animal

Palavras-chave:

Morfologia

Resumo

Para o estudo foram utilizados 20 animais, que estavam em freezer no Centro de Multiplicação de Animais Silvestres (CEMAS/UFERSA). Os animais foram descongelados, a cavidade abdominal aberta e a aorta torácica canulada no sentido caudal para injeção de solução de látex Neoprene 650 corado de vermelho e, em seguida, fixados em solução de formaldeído a 10%, por um período mínimo de 48 horas, para que pudessem ser dissecados, fotografados e os resultados analisados. A artéria celíaca originou-se da aorta abdominal e emitiu as artérias gástrica esquerda, lienal e esplênica. A artéria gástrica esquerda emitiu de dois a três ramos à região da curvatura menor do estômago. A artéria lienal emitiu quatro ramos ao parênquima do baço, de seis a doze ramos pancreáticos e a artéria gastroepiplóica esquerda. A artéria hepática emitiu de um a dois ramos pancreáticos e bifurcou-se em um curto tronco formado pelas artérias gástrica direita e hepática própria e ainda na artéria gastroduodenal, que originava a pancreaticoduodenal cranial e gastroepiplóica direita. O comportamento de trifurcação da artéria celíaca do preá assemelha-se ao encontrado em roedores, como o nutria, a cutia, o hamster e os ratos, o que sugere que este seja o padrão para a ordem.
Palavras-chave: aorta abdominal; aparelho digestório; Galea spixii; roedor; vascularização.

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Biografia do Autor

Gleidson Benevides de Oliveira, Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Doutorando em Ciência Animal

Departamento de Ciências Animais / Morfofisiologia Animal

Radan Elvis Matias de Oliveira, Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Graduando em Medicina Veterinária

Departamento de Ciências Animais / Morfofisiologia Animal

Ferdinando Vinicius Fernandes Bezerra, Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Doutorando em Ciência Animal

Departamento de Ciências Animais / Morfofisiologia Animal

Felipe Venceslau Câmara, Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Mestrando em Ciência Animal

Departamento de Ciências Animais / Morfofisiologia Animal

Hélio Noberto de Araújo Júnior, Universidade Federal Rural do Semi-Árido/Graduando em Medicina Veterinária

Departamento de Ciências Animais / Morfofisiologia Animal

Moacir Franco de Oliveira, Universidade Federal Rural do Semi-Árido/ Docente do curso de Pós-Graduação em Ciência Animal

Departamento de Ciências Animais / Morfofisiologia Animal

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Publicado

2017-06-02

Como Citar

OLIVEIRA, G. B. de; OLIVEIRA, R. E. M. de; BEZERRA, F. V. F.; CÂMARA, F. V.; ARAÚJO JÚNIOR, H. N. de; OLIVEIRA, M. F. de. ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO DA ARTÉRIA CELÍACA EM PREÁS (Galea spixii Wagler, 1831). Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 18, 2017. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/e-32918. Acesso em: 6 jul. 2022.

Edição

Seção

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS