Perfil metabólico de cordeiros Santa Inês terminados em confinamento com manejo alimentar restritivo e ad libitum

Autores

  • Keli Daiane Cristina Libardi Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, keli_libardi@yahoo.com.br,
  • Patricia Barcellos Costa Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, patriciabarc@hotmail.coml,
  • Ana Alix Mendes de Almeida Oliveira Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, analix68@hotmail.com
  • Cristiani Cavilhão Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, cristianicavilhao@yahoo.com.br
  • Paula Regina Hermes Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, paula_falconi@hotmail.com
  • João Ricardo Pompermaier Ramella Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, , joaoramella@hotmail.com

DOI:

https://doi.org/10.1590/cab19031227

Resumo

Objetivou-se avaliar o perfil metabólico de 24 ovinos Santa Inês, machos, com peso vivo médio inicial de 20±1,25 kg, submetidos à restrição alimentar seguida de realimentação em confinamento, distribuídos em quatro tratamentos com 0, 20, 40 ou 60% de restrição alimentar. Dois ensaios foram desenvolvidos, um referente à restrição e outro à realimentação. Para tanto, foi utilizado delineamento experimental inteiramente ao acaso, com quatro tratamentos e seis repetições. Observou-se na fase de restrição alimentar que houve um decréscimo linear para as concentrações bioquímicas de ureia, glicose, GGT e fósforo; contrariamente, a concentração de colesterol aumentou linearmente ao final do período restritivo. A restrição alimentar influenciou negativamente nas concentrações de triglicerídeos e creatinina, diferentemente, os valores de proteínas totais e albumina apresentaram aumento significativo com o período restritivo. Já na realimentação, observou-se comportamento linear decrescente para ureia, glicose, GGT e magnésio. No segundo ensaio, verificou-se que as concentrações de proteínas totais, globulina e creatinina apresentaram diferença (P<0,05) entre os períodos de coleta. Os níveis de restrição alimentar afetaram o metabolismo proteico e interferiram também no metabolismo energético e mineral e a realimentação resultou em alteração no metabolismo proteico e energético.
Palavras-chave: Bioquímica clínica; Jejum; Nutrição; Ovinos

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Biografia do Autor

Keli Daiane Cristina Libardi, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, keli_libardi@yahoo.com.br,

Patricia Barcellos Costa, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, patriciabarc@hotmail.coml,

Ana Alix Mendes de Almeida Oliveira, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, analix68@hotmail.com

Cristiani Cavilhão, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, cristianicavilhao@yahoo.com.br

Paula Regina Hermes, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, paula_falconi@hotmail.com

João Ricardo Pompermaier Ramella, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Candido Rondon, Paraná, Brasil, , joaoramella@hotmail.com

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Publicado

2018-10-02

Como Citar

DAIANE CRISTINA LIBARDI, K.; BARCELLOS COSTA, P.; MENDES DE ALMEIDA OLIVEIRA, A. A.; CAVILHÃO, C.; REGINA HERMES, P.; POMPERMAIER RAMELLA, J. R. Perfil metabólico de cordeiros Santa Inês terminados em confinamento com manejo alimentar restritivo e ad libitum. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 19, p. 1–15, 2018. DOI: 10.1590/cab19031227. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/e-31227. Acesso em: 14 jul. 2024.

Edição

Seção

MEDICINA VETERINÁRIA