HIPERPLASIA MAMÁRIA FELINA: SUCESSO TERAPÊUTICO COM O USO DO AGLEPRISTONE

Autores

  • Kilder Dantas Filgueira UFERSA
  • Paulo Fernando Cisneiros da Costa Reis
  • Valéria Veras de Paula

Palavras-chave:

Sanidade animal

Resumo

A hiperplasia mamária felina corresponde a uma lesão dependente de substâncias progestacionais naturais ou sintéticas. Embora seja uma condição benigna, a apresentação clínica, muitas vezes, é emergencial. Assim, torna-se necessário o uso de protocolos imediatos, como o uso do aglepristone, um fármaco antiprogestágeno. O presente trabalho descreveu um caso de hiperplasia mamária felina, com terapia à base de aglepristone. Um felino, fêmea, siamês, nove meses de idade, apresentou histórico de aumento de volume mamário após administração de uma dose do contraceptivo acetato de medroxiprogesterona. De acordo com a anamnese e o exame físico, foi estabelecido o diagnóstico presuntivo de hiperplasia mamária e optou-se pelo uso do aglepristone na posologia de 10 mg/kg a cada 24 horas, durante cinco dias, via subcutânea. Todos os pares de glândulas mamárias apresentavam hiperplasia simétrica, com consistência firme-elástica. A partir do terceiro dia da administração, observou-se que as glândulas estavam flácidas, consistência mais elástica e menor volume. Transcorridos 23 dias da primeira dose, constatou-se regressão completa do tecido mamário, sendo a gata  submetida à ovariossalpingo-histerectomia. O aglepristone se revelou como uma opção de tratamento eficaz e segura.

PALAVRAS-CHAVES: Aglepristone, felino, glândula mamária, hiperplasia,

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Publicado

2008-12-21

Como Citar

FILGUEIRA, K. D.; REIS, P. F. C. da C.; PAULA, V. V. de. HIPERPLASIA MAMÁRIA FELINA: SUCESSO TERAPÊUTICO COM O USO DO AGLEPRISTONE. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 9, n. 4, p. 1010–1016, 2008. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/971. Acesso em: 16 ago. 2022.

Edição

Seção

Relato de caso