Estudo ex vivo do uso do ultrassom fisioterapêutico em pérolas de polimetilmetacrilato dopadas com azul de metileno como carreador de antibiótico

Autores

  • Luigi Milanez Ávila Dias Maciel Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil
  • Sheila Canevese Rahal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu https://orcid.org/0000-0002-9211-4093
  • Alessandra Melchert Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu https://orcid.org/0000-0002-8680-2121
  • Tulio Genari Filho Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8123-7912
  • Carlos Dias Maciel Departamento de Engenharia Elétrica. Faculdade de Engenharia de São Carlos. Universidade de São Paulo (USP), São Carlos, Brasil https://orcid.org/0000-0003-0137-6678
  • Ivan Felismino Charas dos Santos Departamento de Cirurgia Veterinária e Reprodução Animal. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0002-1175-4532

Resumo

O cimento ósseo de polimetilmetacrilato é considerado um material padrão como carreador de antibiótico em cirurgias ortopédicas. A energia ultrassônica é um método capaz de gerar efeitos biológicos por mecanismos térmicos e não térmicos. Este estudo teve como objetivo analisar a dispersão de azul de metileno em pérolas de polimetilmetacrilato combinada com a exposição em campo acústico gerado por ultrassom não térmico. Foram utilizados 49 corpos-de-prova, cada um composto por uma pérola de polimetilmetacrilato (0,6 mm de diâmetro) dopada com azul de metileno e depositada em amostra de gelatina. Quarenta espécimes foram divididos em quatro grupos de 10 amostras com base nas intensidades de ultrassom (Grupo 1: 1,0 W/cm²; Grupo 2: 1,5 W/cm²) e profundidade (A - 2 cm; B - 3 cm) dos grânulos de polimetilmetacrilato na amostra de gelatina. Os outros nove espécimes constituíram o grupo controle. O grupo controle diferiu estatisticamente dos outros grupos. Todos os grupos irradiados com ultrassom apresentaram diferenças significativas, exceto os Grupos 2A e 2B. A dispersão de azul de metileno na gelatina entre os grupos foi: 1A> 1B; 2A> 1A; 2B> 1A; 2A> 1B; 2B> 1B. Ultrassom de baixa intensidade permitiu maior dispersão de azul de metileno com polimetilmetacrilato posicionado mais superficialmente, e não ocorreu influência da profundidade da pérola com ultrassom de alta intensidade.
Palavras chave: fonoforese; ultrassom não termal; osteomielite; tratamento.

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Publicado

12-07-2021

Como Citar

Maciel , L. M. Ávila D., Canevese Rahal, S., Melchert, A. ., Genari Filho, T. ., Dias Maciel, C. ., & Felismino Charas dos Santos, I. . (2021). Estudo ex vivo do uso do ultrassom fisioterapêutico em pérolas de polimetilmetacrilato dopadas com azul de metileno como carreador de antibiótico. Ciência Animal Brasileira, 22(1). Recuperado de https://revistas.ufg.br/vet/article/view/68013

Edição

Seção

MEDICINA VETERINÁRIA