MASSA DE FORRAGEM EM PASTAGENS CULTIVADAS E CONSORCIADAS COM LEGUMINOSAS, ESTABELECIDAS COM E SEM QUEIMA DA VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA

Autores

  • Andréa Krystina Vinente Guimarães UFLA
  • Ari Pinheiro Camarão
  • Paulo Celso Santiago Bittencourt
  • José Adérito Rodrigues Filho

Palavras-chave:

Forragidultura

Resumo

Avaliou-se a massa de forragem em pastagens de capim-marandu (B. brizantha Stapf) e capim-quicuio (B. humidicola Rendle. Schweickerdt) consorciadas com as leguminosas Arachis pintoi Krapovickas e Gregory, Cratylia argentea (Desv.) o Kuntze e Leucaena leucocephala Lam. de Wit., em dois métodos de preparo de área, com e sem queima. Foram testadas três pastagens para cada experimento: 1. QB - B. humidicola (quicuio) + B. brizantha cv. Marandu. 2. QBAL - B. humidicola + B. brizantha consorciada com A. pintoi cv. Amarilo + L. leucocephala (leucena) cv. Cunninghan. 3. QBAC - B. humidicola + B. brizantha consorciada com A. pintoi cv. Amarilo + C. Argentea (Cratylia). O período experimental foi de 15 de abril de 2002 a 18 de março de 2003. Procedeu-se às amostragens de forragem ao acaso, nas parcelas somente com gramíneas em seis locais, nas consorciadas em doze. Houve diferenças entre épocas na massa total, de folha de braquiarão, de araquis, de espécies da capoeira, e de material morto. Quanto ao método, todas as variáveis mostraram-se diferentes (P< 0,05). As massas total, de folha e colmo de capim-marandu e de material morto foram superiores na pastagem com gramíneas (QB), enquanto que a massa de folha e colmo de capim-quicuio e de araquis, na pastagem QBAL e de espécies da capoeira, foi maior na pastagem QBAC.

PALAVRAS-CHAVES: B. humidicola, B. brizantha, Arachis pintoi, queima.

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Publicado

2009-07-02

Como Citar

GUIMARÃES, A. K. V.; CAMARÃO, A. P.; BITTENCOURT, P. C. S.; RODRIGUES FILHO, J. A. MASSA DE FORRAGEM EM PASTAGENS CULTIVADAS E CONSORCIADAS COM LEGUMINOSAS, ESTABELECIDAS COM E SEM QUEIMA DA VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 10, n. 2, p. 379–384, 2009. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/6584. Acesso em: 27 set. 2022.

Edição

Seção

Produção Animal