Comparação da prevalência de Cryptosporidium spp. em equinos de tração e em atletas do jockey club de Santa Maria, RS, Brasil

Autores

  • Gustavo Toscan Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Roberta Carneiro Fontoura Pereira Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Luciana Araujo Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Luis Antonio Sangioni Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
  • Fernanda Silveira Flores Vogel Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5216/cab.v11i2.4522

Palavras-chave:

Parasitologia

Resumo

O presente estudo foi realizado para comparar a prevalência de Cryptosporidium spp. em equinos de tração e em atletas domiciliados da cidade de Santa Maria, RS, Brasil. Foram coletadas amostras de fezes diretamente da ampola retal de 104 animais, machos e fêmeas, da raça Puro Sangue Inglês (PSI) e Sem Raça Definida (SRD), com idades variando entre 5 meses e 20 anos. Para a pesquisa do protozoário, utilizou-se o método de centrífugo-flutuação em ZnSO4 a 33%, sendo os oocistos encontrados nas lâminas mensurados e classificados. Dentre os animais de tração analisados, foi detectada a presença Cryptosporidium spp. nas fezes em 38,5% (20/52), ao passo que nos equinos atletas, verificou-se presença de oocistos do parasita em 80,8% (42/52) das amostras. Na análise da faixa etária, houve maior prevalência de Crytosporidium spp. em animais jovens de equinos de tração, entretanto, nos animais atletas do Jockey Club não foram observados diferenças entre as faixas etárias. Conclui-se que há um elevado número de animais portadores e assintomáticos que excretam oocistos nas fezes, o que contribui para uma possível fonte de infecção outros indivíduos e representa um possível risco à saúde pública, sobretudo os carroceiros, treinadores e tratadores.

PALAVRAS-CHAVES: Cryptosporidium spp., equinos, prevalência.

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Publicado

2010-06-23

Como Citar

TOSCAN, G.; PEREIRA, R. C. F.; ARAUJO, L.; SANGIONI, L. A.; VOGEL, F. S. F. Comparação da prevalência de Cryptosporidium spp. em equinos de tração e em atletas do jockey club de Santa Maria, RS, Brasil. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 11, n. 2, p. 436–440, 2010. DOI: 10.5216/cab.v11i2.4522. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/4522. Acesso em: 31 mar. 2025.

Edição

Seção

Medicina Veterinária