ENERGIA DIGESTÍVEL E DIGESTIBILIDADE APARENTE DA PROTEÍNA BRUTA E MATÉRIA SECA DO FENO DE PLANTAS AQUÁTICAS PARA SUÍNOS EM FASE DE CRESCIMENTO

Autores

  • Fábio Enrique Lemos Budiño Instituto de Zootecnia
  • Fernando Gomes de Castro Jr. Instituto de Zootecnia

DOI:

https://doi.org/10.5216/cab.v10i3.4493

Palavras-chave:

fibra, leitão, metabolismo, restrição

Resumo

Foi realizado um experimento com o intuito de avaliar o feno de plantas aquáticas como ingrediente de dietas para suínos em crescimento. Utilizaram-se dez suínos de peso inicial de 28,85 ± 2,95kg, distribuídos entre os tratamentos – ração-referência (RR) e ração-teste (RT) – sendo que a RT correspondeu a 80% da RR acrescida de 20% de feno de plantas aquáticas. Desenvolveu-se ensaio de digestibilidade utilizando-se como marcador 1,0% de óxido férrico adicionado às dietas, e no sétimo dia deu início à coleta das fezes. O feno de plantas aquáticas apresentou os seguintes valores nutricionais de energia digestível: 812,26 kcal/kg; de proteína digestível: -2,38% e de matéria seca digestível: 12,90%.

PALAVRAS-CHAVES: Fibra, leitão, metabolismo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Fábio Enrique Lemos Budiño, Instituto de Zootecnia

Possui graduação em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista/Câmpus de Botucatu (1994), mestrado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1999) e doutorado em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista/Câmpus de Jaboticabal (2004). Atualmente é pesquisador científico do Instituto de Zootecnia. Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Nutrição de Suínos.

Fernando Gomes de Castro Jr., Instituto de Zootecnia

Pesquisador Científico V, Centro de P&D em Zootecnia Diversificada

Downloads

Publicado

2009-09-30

Como Citar

BUDIÑO, F. E. L.; DE CASTRO JR., F. G. ENERGIA DIGESTÍVEL E DIGESTIBILIDADE APARENTE DA PROTEÍNA BRUTA E MATÉRIA SECA DO FENO DE PLANTAS AQUÁTICAS PARA SUÍNOS EM FASE DE CRESCIMENTO. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 10, n. 3, p. 802–807, 2009. DOI: 10.5216/cab.v10i3.4493. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/4493. Acesso em: 26 fev. 2024.

Edição

Seção

Produção Animal