INFECÇÃO EXPERIMENTAL POR Trypanosoma evansi EM COELHOS

Autores

  • Aleksandro Schafer da Silva Acadêmico de Graduação do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM),
  • Marcio Machado Costa Acadêmico de Graduação do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS
  • Rovaina Laureano Doyle Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária da UFSM, Santa M, RS, Brasil
  • Sônia Terezinha dos Anjos Lopes Professora adjunto da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Faixa de Camobi, Km 9, Campus Universitário, Santa Maria, RS, Brasil
  • Silvia Gonzalez Monteiro Professora adjunto da Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Faixa de Camobi, Km 9, Campus Universitário, Santa Maria, RS, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5216/cab.v9i2.4247

Palavras-chave:

Sanidade animal

Resumo

Avaliou-se o período pré-patente e a evolução da parasitemia de coelhos infectados experimentalmente por Trypanosoma evansi. Dividiram-se coelhos machos, com idade entre dois a seis meses, em quatro grupos (A, B, C, D) com três animais cada. Inocularam-se os coelhos dos grupos A, B e C com T. evansi e procedeu-se à avaliação diária, mediante esfregaços sangüíneos periféricos, observando-se que o período pré-patente nos grupos infectados (A, B e C) foi de seis, sete e onze dias, respectivamente. Infectaram-se os animais do grupo A com T. evansi e Eimeria spp. e eles tiveram uma longevidade de 56 dias após o início do trabalho. Já os animais do grupo B, infectados com T. evansi e tratados com coccidiostático, apresentaram longevidade semelhante ao grupo C, que continha coelhos parasitados somente por T. evansi. Nesses dois grupos a parasitemia manteve-se com picos irregulares em variações de zero a cinco tripomastigotas/campo por até 89 dias após a inoculação, desaparecendo da circulação após 90 dias. Os coelhos do grupo D, grupo-controle, não foram infectados. Os animais dos grupos B, C e D foram sacrificados após 120 dias do início do experimento.

 

Palavras-chaveS: Coelho, parasitemia, Trypanosoma evansi.

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Publicado

2008-07-09

Como Citar

SILVA, A. S. da; COSTA, M. M.; DOYLE, R. L.; LOPES, S. T. dos A.; MONTEIRO, S. G. INFECÇÃO EXPERIMENTAL POR Trypanosoma evansi EM COELHOS. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 9, n. 2, p. 519–523, 2008. DOI: 10.5216/cab.v9i2.4247. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/4247. Acesso em: 20 maio. 2024.

Edição

Seção

Nota Científica