PRODUÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE ENZIMAS FIBROLÍTICAS NA DIGESTIBILIDADE DA FORRAGEM DE MILHO

Autores

  • Cristine dos Santos S. Cysneiros Instituto de Ciências Biológicas (ICB II), Universidade Federal de Goiás.
  • Reginaldo Nassar Ferreira Laboratório de Fisiologia da Digestão, Instituto de Ciências Biológicas (ICB II), Universidade Federal de Goiás.
  • Michelly Ayres Oliveira Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.
  • Adriano Oliveira Favoretto Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.
  • Emmanuel Arnhold Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.
  • Cirano José Ulhoa Instituto de Ciências Biológicas (ICB II), Universidade Federal de Goiás.

DOI:

https://doi.org/10.5216/cab.v14i4.19491

Palavras-chave:

Enzimas hidrolíticas, Digestibilidade, Bovinos

Resumo

Os objetivos deste trabalho foram os de produzir e caracterizar um complexo enzimático (CE) de Humicola grisea e avaliar seu efeito na digestibilidade verdadeira da matéria seca de forragem de milho. Observou-se que o fungo produziu as enzimas celulases, xilanase e b-glicosidase. A caracterização bioquímica mostrou que a celulase e xilanase produzidas apresentaram maior atividade a 50°C. A temperatura ótima de ?-glicosidase ficou entre 50 e 60°C. O pH ótimo de celulase e xilanase foi 6,0. Quanto à ?-glicosidase, a enzima revelou maior atividade em pH 6,5. A celulase permaneceu estável após incubação por 60 minutos, a 39°C. As xilanase e ?-glicosidase produzidas mantiveram 99,2 e 88,2 % de sua atividade, a 50°C, durante 240 minutos, respectivamente. Os tratamentos foram: controle (10 mL de água esterilizada); nível 1 (2,5 mL do CE); nível 2 (5,0 mL do CE) e nível 3 (10 mL do CE). No ensaio de digestibilidade, verificou-se interação entre níveis enzimáticos e períodos de incubação no rúmen. Para 12; 24; 48 e 96 horas de incubação, 10 mL do CE aumentou a digestibilidade em 10,58; 12,52; 9,05 e 6,81%, em relação ao controle. O fungo Humicolagrisea é produtor de enzimas de interesse na alimentação de ruminantes.

PALAVRAS-CHAVE:Ankom; bovino; celulase; fungo; xilanase..

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Biografia do Autor

Cristine dos Santos S. Cysneiros, Instituto de Ciências Biológicas (ICB II), Universidade Federal de Goiás.

Drª em Ciência Animal, Laboratório de Fisiologia da Digestão, Instituto de Ciências Biológicas - ICB II, Universidade Federal de Goiás.

Reginaldo Nassar Ferreira, Laboratório de Fisiologia da Digestão, Instituto de Ciências Biológicas (ICB II), Universidade Federal de Goiás.

Prof. Dr. em Zootecnia. Laboratório de Fisiologia da Digestão, ICB II/UFG.

Michelly Ayres Oliveira, Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.

Médica Veterinária. Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.

Adriano Oliveira Favoretto, Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.

Médico Veterinária. Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.

Emmanuel Arnhold, Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.

Prof. Dr. em Genética e Melhoramento. Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás.

Cirano José Ulhoa, Instituto de Ciências Biológicas (ICB II), Universidade Federal de Goiás.

Prof. Dr.em Genética e Bioquímica de Microorganismos, Instituto de Ciências Biológicas (ICB II), Universidade Federal de Goiás.

Publicado

2013-12-16

Como Citar

CYSNEIROS, C. dos S. S.; FERREIRA, R. N.; OLIVEIRA, M. A.; FAVORETTO, A. O.; ARNHOLD, E.; ULHOA, C. J. PRODUÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE ENZIMAS FIBROLÍTICAS NA DIGESTIBILIDADE DA FORRAGEM DE MILHO. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 14, n. 4, p. 426–435, 2013. DOI: 10.5216/cab.v14i4.19491. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/19491. Acesso em: 30 maio. 2024.

Edição

Seção

Produção Animal