DENSIDADE DE ESTOCAGEM NA ALEVINAGEM DE TILÁPIA-DO-NILO EM TANQUE-REDE

Autores

  • Henrique Maeda
  • paulo cesar silva UFG
  • Raquel Priscilla de Castro Oliveira
  • Marília da Silva Aguiar
  • Delma Machado Cantisani Pádua
  • Nádia Pales Machado
  • Valéria Rodrigues
  • Rene Henrique da Silva

DOI:

https://doi.org/10.5216/cab.v11i3.1472

Palavras-chave:

Produção de Peixes

Resumo

Este estudo foi desenvolvido com o intuito de avaliar densidades de estocagem alevinagem de tilápia nilótica (Oreochromis niloticus) realizado em tanques-rede, durante 43 dias. Utilizaram-se quinze tanques-rede de 0,18 m3, instalados em viveiro com 80% de troca diária da água. As densidades testadas foram: 700, 1.000 e 1.300 alevinos/m3 com peso médio inicial de 4,77 ± 0,29 g. Avaliaram-se as seguintes variáveis de desempenho produtivo: sobrevivência; peso final; comprimento final; biomassa final; conversão alimentar aparente; ganho de peso; ganho de peso diário; taxa de eficiência proteica; taxa de crescimento específico e fator de condição. Utilizou-se análise de variância para avaliação dos resultados e quando significativo aplicou-se teste Tukey a 5%. O tratamento com maior densidade de estocagem diferiu significativamente (p<0,05) do tratamento com menor densidade em relação ao peso final, biomassa final, ganho de peso, ganho de peso diário e taxa de crescimento específico. As demais variáveis não apresentaram diferenças significativas entre os tratamentos (p>0,05). Concluiu-se que, nestas condições experimentais, as melhores densidades de estocagem na segunda alevinagem em tanques-rede são de 700 a 1.000 alevinos/m3.

PALAVRAS-CHAVES: Desempenho produtivo, gaiolas, Oreochromis niloticus, sistema intensivo.

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Publicado

2010-10-01

Como Citar

MAEDA, H.; SILVA, paulo cesar; OLIVEIRA, R. P. de C.; AGUIAR, M. da S.; PÁDUA, D. M. C.; MACHADO, N. P.; RODRIGUES, V.; SILVA, R. H. da. DENSIDADE DE ESTOCAGEM NA ALEVINAGEM DE TILÁPIA-DO-NILO EM TANQUE-REDE. Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science, Goiânia, v. 11, n. 3, p. 471–476, 2010. DOI: 10.5216/cab.v11i3.1472. Disponível em: https://revistas.ufg.br/vet/article/view/1472. Acesso em: 4 mar. 2024.

Edição

Seção

Produção Animal