Historiografia, memórias e lutas sociais

Tecituras da Balaiada

Autores

Resumo

O objetivo desta resenha é apresentar para a comunidade acadêmica uma obra coletiva, imprescindível para compreender o contexto e as imbricações da Balaiada. Esse livro nos conduz a fazer reflexões sobre a ocorrência do evento e também se destaca por trazer pesquisadores/as de diversas instituições e especialistas em História do Brasil Imperial. Desta forma, é oportuno a apresentação da obra e do arcabouço teórico-metodológico, bem como termos a consciência que a obra se insere na historiografia brasileira como instrumento importante para repensar as décadas de 1830 e 1840, tempo no qual foram sendo demarcados os contornos políticos e sociais do Estado nacional brasileiro, fazendo perpassar a discussão da Balaiada, a partir das províncias do Maranhão, Piauí e Ceará. Nesse trajeto, os tempos e os lugares foram retomados pelos autores como objetos de análises que serviram de mote para identificarem os sujeitos e suas ações. Logo, o que lemos na coletânea é o exercício do uso de fontes diversas e o cruzamento com outros indícios que ajudaram os pesquisadores na ampliação dos debates profícuos sobre a Balaiada, no ato da interpretação e da reconstrução das narrativas.

Biografia do Autor

Francisco Monteiro, Universidade Federal do Piauí, Teresina, Piauí, Brasil, gleison.monteiro@ufpi.edu.br

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Publicado

2023-12-30

Como Citar

MONTEIRO, F. Historiografia, memórias e lutas sociais: Tecituras da Balaiada. Revista de Teoria da História, Goiânia, v. 26, n. 2, p. 165–176, 2023. Disponível em: https://revistas.ufg.br/teoria/article/view/77065. Acesso em: 25 jul. 2024.