Do Formalismo ao Estruturalismo: entre Fadas, Ogros e outros Bichos.

Autores

  • Deise Quintiliano Pereira Universidade do Estado do Rio de Jnaiero (UERJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. E-mail: deisequintiliano@uol.com.br

DOI:

https://doi.org/10.5216/sig.v34.70031

Palavras-chave:

Formalismo, Estruturalismo, Shrek, Conto de Fadas

Resumo

Passado o período estruturalista, mas também o apogeu
da desconstrução pós-estruturalista, esse trabalho tem por objetivo
explorar a operacionalidade dos modelos de organização narrativa
propostos pelo formalismo e pelo estruturalismo, apoiando-se em
temáticas contemporâneas. Os corpora de análise são o filme Branca de
Neve e o Caçador (2017), na aplicação das 31 funções desenvolvidas pelo
folclorista russo Vladimir Propp, e a animação digital Shrek (2012), no
modelo de previsibilidade elaborado pelo linguista lituano A.J. Greimas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

COELHO, Nelly Novaes. (1987) O conto de fadas – símbolos, mitos, arquétipos. Rio de Janeiro: Paulinas. 2012. e-Book.

CORRÊA, Adâni. O ogro que virou príncipe: uma análise dos intertextos presentes em Shrek. 2007. 137 pág. Dissertação (Mestrado em Teoria da Literatura) – Faculdade de Letras, PUC/RS, Porto Alegre, 2007. Disponível em: <http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2227>. Acesso em: 23 ago 2020.

GREIMAS, Algirdas Julien. Semântica Estrutural: pesquisa de método. São Paulo: Cultrix, 1973, p. 225-250.

IANN, Carla Rocha de. A representação do gênero na narrativa fílmica “branca de neve e o caçador”. 2015. 49 pág. TCC (Publicidade e Propaganda) – Instituto de Comunicação Social, Universidade Federal do Pampa, São Borja, 2015. Disponível em: <http://dspace.unipampa.edu.br:8080/jspui/handle/riu/3217>. Acesso em: 31 ago 2020.

KRISTEVA, Julia. Introdução à semanálise. São Paulo: Perspectiva, 1979.

LÉVI-STRAUSS, Claude. (1960) A estrutura e a forma: reflexões sobre uma obra de V. Propp [1960]. In. PROPP, Vladimir. Morfologia do conto maravilhoso. Trad.: Jasna Paravich Sarhan. 2 ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010, p. 201-233.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1970.

MIRANDA, Allana Dilene de Araújo de. Branca de Neve multimídia: a personagem na literatura, no cinema e nos quadrinhos. 2011. 110 pág. Dissertação (Mestrado em Literatura) – Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, UFPB, João Pessoa, 2011. Disponível em: <https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/6193>. Acesso em: 27 ago 2020.

OUSTINOFF, Michel. Tradução: história, teorias e métodos. Tradução de Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2011.

PANDOLFO, Maria do Carmo Peixoto. Práticas de estruturalismo. Rio de Janeiro: Grifo Edições, 1977.

PINHO, Juliana Bezerra de; NOVAES, Rosana Sampaio de Araújo. Branca de Neve: dos contos de fada às telas de cinema. 2014. 124 Pág. TCC (Letras Vernáculas) – Departamento de Ciências Humanas, UEBA, Jacobina. 2014. Disponível em: . Acesso em: 31 ago.2020.

PROPP, Vladimir.(1928) Morfologia do Conto Maravilhoso. Rio de Janeiro: Forense Universitaria,1984.

SANT’ANNA, Affonso Romano de. Paródia, paráfrase & cia. São Paulo: Ática, Série Princípios, 2003.

SANTOS, Miriam Ramos. O “diferente” e o “feminino” em Shrek: uma análise das formações discursivas. 2009. 126 pág. Dissertação (Mestrado em Estudo de Linguagens) – Departamento de Ciências Humanas da UNEB, Salvador, 2009.

ZUMAÊTA Letícia. Representação feminina em contos de fadas: Uma análise das personagens de três histórias infantis e suas adaptações. 2016. 81 pág. TCC (Letras Vernáculas) – Instituto de Letras, UFBA, Salvador, 2016. Disponível em: . Acesso em: 19 ago 2021.

Downloads

Publicado

2022-06-20

Como Citar

PEREIRA, D. Q. . Do Formalismo ao Estruturalismo: entre Fadas, Ogros e outros Bichos. Signótica, Goiânia, v. 34, 2022. DOI: 10.5216/sig.v34.70031. Disponível em: https://revistas.ufg.br/sig/article/view/70031. Acesso em: 25 set. 2022.

Edição

Seção

Estudos Literários