Lukács lê Novalis: a noção de “destino”

  • Martín Ignacio Koval Universidade de Buenos Aires (UBA). Buenos Aires, Argentina
  • Natalia Rey Callone Universidade de Buenos Aires (UBA). Buenos Aires, Argentina
Palavras-chave: Romantismo, Destino, Goethe, Sociedade burguesa,, Renuncia

Resumo

Este trabalho traça as variações e concomitâncias nas formas em que György Lukács interpretou o romantismo, em geral, e a obra de Novalis, em particular, em seus períodos pré-marxista e marxista. A hipótese é que, para além de algumas mudanças “superficiais”, Lukács sempre lê, em Novalis, uma crítica fracassada à realidade degradada do mundo burguês, para a qual o poeta romântico, inadvertidamente, lhe concede o estatuto de destino. A intenção última é contribuir para a compreensão do porquê, para Lukács, Goethe representa o pólo positivo contra o Novalis.

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Biografia do Autor

Martín Ignacio Koval, Universidade de Buenos Aires (UBA). Buenos Aires, Argentina

Soy Dr. en Letras por la Universidad de Buenos Aires (UBA), donde además trabajo como docente de la cátedra de Literatura Alemana. Realicé una investigación postdoctoral (tema: “Las robinsonadas europeas del siglo XVIII” ) con una beca el Concejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet). Me desempeño también como profesor ordinario adjunto en la cátedra del Taller de Lectura y Escritura de la Universidad Nacional Arturo Jauretche (UNAJ).

Natalia Rey Callone, Universidade de Buenos Aires (UBA). Buenos Aires, Argentina

Mestranda pela Universidade de Buenos Aires (UBA).

Publicado
09-04-2019
Como Citar
Koval, M., & Rey Callone, N. (2019). Lukács lê Novalis: a noção de “destino”. Signótica, 31. https://doi.org/10.5216/sig.v31.55634
Seção
Dossiê