A ESTAÇÃO: PORTAL DO CONCRETO E DO IMAGINÁRIO

Autores

  • Aroldo Márcio Ferreira

Resumo

A cidade Pires do Rio, em Goiás, nome que homenageia o então ministro da Via- ção e Obras Públicas do Brasil Dr. José Pires do Rio, surgiu na terceira década do VpFXOR;;HIRLRÀFLDOPHQWHPDUFDGDSHODFKHJDGDGD()*RLiVHLQDXJXUDomR da estação ferroviária de mesmo nome, em 9 de novembro de 1922. Nessa época, o trem de ferro era uma das maravilhas mecanizadas, grande símbolo de modernidade, por representar não só a velocidade e demais vantagens, como também a magia inspiradora. As ferrovias, em seu complexo, foram WHPDSDUDDSLQWXUDIRWRJUDÀDOLWHUDWXUDHFLQHPDHQWUHDVDUWHVHVHDVVLPR foi, infere-se sua importância no imaginário das pessoas. Desde o seu início e por mais duas décadas, a ferrovia constituiu-se em fator fundamental para a cidade em razão de ser sua sustentação econômica e o centro de todas as atividades humanas locais. Era uma grande porta de comunicação entre as populações das cidades situadas ao longo dos trilhos e para lugares muito além do que se sabia. Por essa porta entravam e saíam o concreto e o imaginário. A estação centralizava a vida social, política, comercial e, até mesmo, a vida afetiva dos moradores: Eram dois os horários de trens de passageiros, diariamente, um em cada direção. Nesses horários a estação era (...)

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Publicado

2017-08-01

Como Citar

FERREIRA, A. M. A ESTAÇÃO: PORTAL DO CONCRETO E DO IMAGINÁRIO. Revista UFG, Goiânia, v. 13, n. 11, 2017. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/48381. Acesso em: 6 jul. 2022.

Edição

Seção

Dossiê Mundo Digital e a Universidade