O art déco na arquitetura brasileira

Autores

  • Telma de Barros Correia

Resumo

Nada marcou mais o cenário das cidades brasileiras nas décadas de 1930 e 1940 que a arquitetura de tendências art déco, que então se firmou como uma expressão de modernidade acessível às diferentes classes sociais. A partir de construções de maior porte, o vocabulário conquistou o gosto popular e se disseminou em cidades grandes e pequenas. Na arquitetura o art déco concilia aspectos inovadores e vínculos com o passado. Da arquitetura Beaux-Arts recupera o viés decorativo, expresso na volumetria em composições marcadas pelo jogo de formas geométricas e/ou em fachadas com elementos de conotação ornamental. Também faz uso – com certa frequência – do método Beaux-Arts de composição, pela adoção de regras referentes a simetria, axialidade e hierarquia na distribuição da planta, na organização das fachadas e na disposição da volumetria, expressas, entre outras coisas, na ênfase conferida ao acesso principal e na repartição da fachada em base, corpo e coroamento. Ainda emprega – após submetê-los a operação de simplificação – elementos da linguagem clássica, como colunas, óculos, frontões, capitéis, pilastras e platibandas. (Continua...)

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Publicado

2017-08-01

Como Citar

CORREIA, T. de B. O art déco na arquitetura brasileira. Revista UFG, Goiânia, v. 12, n. 8, 2017. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/48295. Acesso em: 15 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê Mundo Digital e a Universidade