Henning Gustav Ritter

Autores

  • Amaury Menezes
  • Paulo Resende

Resumo

É difícil dissociar a imagem de Henning Gustav Ritter das figuras de Nazareno Confaloni e DJ Oliveira. Esse tripé, com origem em três correntes distintas, Bauhaus, Florença e Grupo Santa Helena, encontrou, numa cidade jovem, terreno e clima receptivos para implantação de um movimento de arte contemporânea. Era de se imaginar que, num Estado com a economia baseada na agricultura e pecuária, durante séculos afastado dos movimentos culturais que ocorriam no País, as dificuldades seriam muito grandes. Mas com a existência de várias instituições criadas para reunir artistas, como Academia Goiana de Letras, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Associação Brasileira de Escritores e Sociedade Pró-Arte de Goiás, já ocorriam ações que buscavam corrigir o atraso causado por esse isolamento e provocar maior intercâmbio com outros centros. Essa efervescência cultural teve seus reflexos, de início, principalmente na literatura e nas artes plásticas.

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Publicado

2017-07-31

Como Citar

MENEZES, A.; RESENDE, P. Henning Gustav Ritter. Revista UFG, Goiânia, v. 11, n. 6, 2017. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revistaufg/article/view/48237. Acesso em: 10 ago. 2022.

Edição

Seção

Ensaio Visual