A CONCEPÇÃO DE COMPETÊNCIA E A FORMAÇÃO DA SUBJETIVIDADE DO TRABALHADOR

Autores

  • Juciley Silva Evangelista Freire

DOI:

https://doi.org/10.5216/ia.v34i2.8499

Resumo

O texto discute as mudanças nas relações sociais que culminaram na emergência do conceito de competência em discursos e práticas em duas esferas de mediação da sociabilidade humana: o trabalho e a educação. Nestes âmbitos, o conceito de competência tem substituído antigos conceitos que antes ordenavam as relações sociais, tais como o de qualificação, no mundo do trabalho, e os de saberes e conhecimento, na Educação. Essas concepções, no entanto, não desapareceram, apenas perderam sua posição central e adquiriram novas configurações, uma vez associadas às competências. Mostrar, portanto, que desdobramentos históricos constituíram a centralidade da concepção de competência nessas duas esferas e quais as suas implicações para a formação da subjetividade do trabalhador é o desafio posto a nossa discussão.

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Publicado

2009-12-21

Como Citar

FREIRE, J. S. E. A CONCEPÇÃO DE COMPETÊNCIA E A FORMAÇÃO DA SUBJETIVIDADE DO TRABALHADOR. Revista Inter Ação, Goiânia, v. 34, n. 2, p. 307–332, 2009. DOI: 10.5216/ia.v34i2.8499. Disponível em: https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/8499. Acesso em: 28 nov. 2022.