A noção de “empresariado” segundo o ponto de vista dos “clássicos” norte-americanos e os estudos pioneiros no Brasil

Autores

  • Fernando Lemes Universidade Estadual de Goiás (UEG) e Faculdade Raízes, Anápolis, Goiás, Brasil, fernando.lemes@ueg.br https://orcid.org/0000-0002-0547-0613
  • Dulce Portilho Universidade Estadual de Goiás (UEG) , Anápolis, Goiás, Brasil, dportilho@uol.com.br

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v26i1.57336

Resumo

O objetivo do artigo é promover uma aproximação adequada ao exame dos processos de produção e reprodução do capital nas condições do desenvolvimento histórico brasileiro recente, tomando como referência a personificação do capital na pessoa do empresário. Ao lado de uma discussão a respeito dos mecanismos implicados nos processos de acumulação de capital, dedicamos especial atenção à decifração deste personagem, mediante idéias desenvolvidas por autores clássicos e pioneiros. Sem perder de vista a referência de certos paradigmas teórico-metodológicos buscou-se apreender modelos e categorias mais diretamente relacionados com a função dinâmica das unidades de produção sob a ótica de seu vínculo com o empresário.

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Biografia do Autor

Fernando Lemes, Universidade Estadual de Goiás (UEG) e Faculdade Raízes, Anápolis, Goiás, Brasil, fernando.lemes@ueg.br

Doutor em História pela Universidade Sorbonne Nouvelle – Paris III, professor no Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (TECCER) da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e coordenador do Núcleo de Pesquisa Científica (NPC) da Faculdade de Direito Raízes.

Dulce Portilho, Universidade Estadual de Goiás (UEG) , Anápolis, Goiás, Brasil, dportilho@uol.com.br

Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (TECCER) da Universidade Estadual de Goiás (UEG)

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Publicado

24-06-2021

Como Citar

Lemes, F., & Portilho, D. (2021). A noção de “empresariado” segundo o ponto de vista dos “clássicos” norte-americanos e os estudos pioneiros no Brasil. História Revista, 26(1), 20–42. https://doi.org/10.5216/hr.v26i1.57336