A TV MORENA EM PÁGINAS IMPRESSAS: VESTÍGIOS DO NOTÍCIÁRIO SOBRE A CHEGADA DA TELEVISÃO NO ESTADO DE MATO GROSSO

Autores

  • Edvaldo Sotana Professor Associado do Departamento de História,Instituto de Geografia, História e Documentação (IGHD), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT),Cuiabá/MT. Professor do Programa de Pós-graduação em História/ UFMT.

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v23i2.51844

Palavras-chave:

História da televisão, TV Morena, Estado de Mato Grosso.

Resumo

Este artigo visa elucidar aspectos da história da televisão brasileira. De modo específico, aborda a TV Morena, instalada em Campo Grande, estado de Mato Grosso, em 1965. Notícias voltadas para despertar o interesse do leitor com relação ao novo meio de comunicação social e o material jornalístico sobre a instalação, a primeira transmissão e os momentos iniciais do seu funcionamento constituem o escopo da análise. No decorrer do texto, argumenta-se que a imprensa ressaltava o surgimento da emissora como um símbolo do mundo moderno que colocava a cidade na rota do progresso, aproximando-a de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Para tanto, a pesquisa toma como fontes os jornais Correio do Estado, Jornal do Comércio e O Estado de Mato Grosso, no período de 1964 a 1966.

 

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Biografia do Autor

Edvaldo Sotana, Professor Associado do Departamento de História,Instituto de Geografia, História e Documentação (IGHD), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT),Cuiabá/MT. Professor do Programa de Pós-graduação em História/ UFMT.

Professor Associado do Departamento de História,Instituto de Geografia, História e  Documentação (IGHD), Universidade Federal de Mato Grosso  (UFMT),Cuiabá/MT. Professor do Programa de Pós-graduação em História/ UFMT. Doutor em História FCL-UNESP/Assis.

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Publicado

2019-03-09

Como Citar

SOTANA, E. A TV MORENA EM PÁGINAS IMPRESSAS: VESTÍGIOS DO NOTÍCIÁRIO SOBRE A CHEGADA DA TELEVISÃO NO ESTADO DE MATO GROSSO. História Revista, Goiânia, v. 23, n. 2, p. 115–136, 2019. DOI: 10.5216/hr.v23i2.51844. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/51844. Acesso em: 6 jul. 2022.