A centralidade romana nos alvores da construção de uma imagem imperial por parte do reino de Portugal

Autores

  • Paulo Catarino Lopes Instituto de Estudos Medievais (IEM) e Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM), ambos Unidades de Investigação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA). http://orcid.org/0000-0002-8543-1111

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v22i1.43521

Palavras-chave:

Roma, Império, Portugal

Resumo

Este artigo pretende abrir caminho para uma reflexão sobre o papel central desempenhado por Roma nos primórdios da edificação de uma imagem imperial por parte do reino de Portugal. A análise desenvolve-se com base num estudo de caso centrado no testemunho veiculado por um inédito documento português da aurora do século XVI. Dito de outra forma, trata-se de examinar este olhar original sobre o contributo de Roma – em anos de proto-globalização – no que respeita ao estabelecimento de uma nova linguagem simbólica e de representação do poder pela monarquia portuguesa face às restantes potências europeias. Segundo o anónimo autor, Roma é uma cidade global, que desempenha um papel decisivo na formação do império luso. Mas o que fundamenta este seu discurso? O que está na base de tal perspectiva? E que papel é, efectivamente, esse representado pela Cidade Eterna?

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Biografia do Autor

Paulo Catarino Lopes, Instituto de Estudos Medievais (IEM) e Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM), ambos Unidades de Investigação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA).

Investigador Doutorado, Paulo Catarino Lopes é membro Integrado do Instituto de Estudos Medievais (IEM) e do Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM), ambos Unidades de Investigação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL). 

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Publicado

2017-09-08

Como Citar

LOPES, P. C. A centralidade romana nos alvores da construção de uma imagem imperial por parte do reino de Portugal. História Revista, Goiânia, v. 22, n. 1, p. 88–118, 2017. DOI: 10.5216/hr.v22i1.43521. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/43521. Acesso em: 1 jul. 2022.