Vivendo do outro lado do método canguru: a experiência materna

Autores

  • Amanda Jesica Viana Santos Martins Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
  • Inês Maria Meneses dos Santos Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v10.46620

Palavras-chave:

Enfermagem neonatal, Relações mãe-filho, Humanização da assistência

Resumo

O presente trabalho tem por objetivos identificar as dificuldades enfrentadas pela mãe participante do Método Mãe Canguru e observar as estratégias por ela utilizadas neste procedimento para superá-las. Estudo descritivo de abordagem qualitativa, realizado em um hospital do município do Rio de Janeiro, no primeiro semestre de 2006. Os dados foram coletados mediante entrevista semi-estruturada com cinco mães internadas na enfermaria Canguru do referido hospital. A análise temática resultou em duas categorias: Aprendendo a ser Canguru e Vivendo como Canguru. Os resultados apontam que, muito embora as mães compreendam o valor do método para a recuperação de seus filhos, os dilemas e as dificuldades, particulares e de ordem familiar, podem comprometer e até impedir sua participação no programa. Desta forma, o apoio da família e da equipe de saúde é imprescindível para que a mãe consiga atuar no Canguru da melhor maneira possível.

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Biografia do Autor

Amanda Jesica Viana Santos Martins, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Enfermeira, formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. E-mail: amandita_arg@yahoo.com.br

Inês Maria Meneses dos Santos, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil, da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, da UNIRIO. Doutoranda em Enfermagem na Escola de Enfermagem Anna Nery, UFRJ. E-mail: inesmeneses@gmail.com

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Publicado

04/05/2017

Como Citar

1.
Martins AJVS, Santos IMM dos. Vivendo do outro lado do método canguru: a experiência materna. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 4º de maio de 2017 [citado 27º de maio de 2022];10(3). Disponível em: https://revistas.ufg.br/fen/article/view/46620

Edição

Seção

Artigo Original