ESPORTES DE AVENTURA VERSUS EXERCÍCIOS E ESPORTES: CONSIDERAÇÕES SOBRE AS REGULAÇÕES MOTIVACIONAIS DE ADOLESCENTES

Autores

  • Thiago Sousa Matias Universidade Federal de Santa Catarina
  • Alexandro Andrade Universidade do Estado de Santa Catarina
  • Julia Morais Manfrin Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v21i4.50444

Palavras-chave:

Atividade Motora, Motivação, Psicologia do Esporte, Estudantes.

Resumo

Este estudo objetivou comparar e associar as motivações de praticantes de esporte de aventura à outras modalidades. Estudo transversal de base populacional com 2.757 adolescentes da grande Florianópolis. A regulação externa é menor (0,52±0,75) para os esportes de aventura comparado a outras modalidades (0,71±0,86). A regulação identificada (aventura 2,44±1,09 – outras modalidades 2,21±1,08; p=0,035) e regulação intrínseca (aventura 2,95±0,99 – outras modalidades 2,56±1,16; p=0,01) é maior para o esporte de aventura. A regulação intrínseca está associada à escolha por esportes de aventura no lazer (OR = 0,71; IC 95% = 0,54 – 0,93). Praticantes de esportes de aventura são mais autodeterminados e os esportes de aventura podem favorecer a iniciação e a manutenção da atividade física.

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Biografia do Autor

Thiago Sousa Matias, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutor, Professor do Departamento de Educação Física do Centro de Desportos - UFSC

http://lattes.cnpq.br/6357439651009907

 

Alexandro Andrade, Universidade do Estado de Santa Catarina

Doutor, Professor do Departamento de Educação Física do Centro de Ciências da Saúde e do Esporte - UDESC

http://lattes.cnpq.br/5577164706111568

Julia Morais Manfrin, Universidade Federal de Santa Catarina

Graduação em Educação Física - Universidade Federal de Santa Catarina

http://lattes.cnpq.br/0083107067860370

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Publicado

2018-12-27

Como Citar

MATIAS, T. S.; ANDRADE, A.; MANFRIN, J. M. ESPORTES DE AVENTURA VERSUS EXERCÍCIOS E ESPORTES: CONSIDERAÇÕES SOBRE AS REGULAÇÕES MOTIVACIONAIS DE ADOLESCENTES. Pensar a Prática, Goiânia, v. 21, n. 4, 2018. DOI: 10.5216/rpp.v21i4.50444. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fef/article/view/50444. Acesso em: 10 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais