ANCESTRALIDADE ALGORÍTMICA

tecnologia, arte e comunicação na decolonização da Inteligência Artificial

Autores

Palavras-chave:

inteligencia Artificial, ancestralidade decolonialidade

Resumo

O texto analisa a relação entre tecnologia, arte e ancestralidade na decolonização da Inteligência Artificial, a partir de entrevista com Denise Carvalho. Discute os vieses algorítmicos, a colonialidade dos dados e seus impactos sobre populações negras. Destaca a arte e a educação como formas de resistência. Aponta os limites da IA dentro do capitalismo. Defende o fortalecimento coletivo e o protagonismo negro.

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Biografia do Autor

Mineia Oliveira, Universidade Federal de Goiás (PPGCOM -UFG)

Mestranda do PPGCom-UFG, na linha de pesquisa Mídia e Cidadania, especialista em História Cultural e Design e Marketing Digital. 

Gabriela Marques Gonçalves, Universidade Federal de Goias - FIC

Professora do curso de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade Federal de Goiás. 

Denise Carvalho dos Santos Rodrigues, Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (IA-UNICAMP)

Doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP) e docente do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (IA-UNICAMP).

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Publicado

2026-02-11 — Atualizado em 2026-02-11

Versões

Como Citar

OLIVEIRA, Mineia; MARQUES GONÇALVES, Gabriela; RODRIGUES, Denise Carvalho dos Santos. ANCESTRALIDADE ALGORÍTMICA: tecnologia, arte e comunicação na decolonização da Inteligência Artificial. Comunicação & Informação, Goiânia, Goiás, v. 28, p. 166–180, 2026. Disponível em: https://revistas.ufg.br/ci/article/view/85150. Acesso em: 14 fev. 2026.