O processo de patrimonialização e a cibercultura: mobilização no ciberespaço através de grupos na rede social Facebook

Autores

  • Renata Ovenhausen Albernaz Universidade Federal de Pelotas/Faculdade de Direito
  • Marina Gowert dos Reis Universidade Federal de Pelotas/Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural

DOI:

https://doi.org/10.5216/cei.v17i1.27994

Palavras-chave:

Preservação patrimonial. Cibercultura. Mobilização no ciberespaço. Rede social Facebook.

Resumo

O presente artigo busca observar as questões em torno da institucionalização do patrimônio cultural em um contexto de pós-modernidade, com ênfase no fenômeno da cibercultura. Toma-se por base as colocações de Llorenç Prats acerca dos agentes que podem vir a institucionalizar o patrimônio cultural, considerando tal categoria como um poder político. Observa-se que a partir do advento do ciberespaço os indivíduos obtêm diferentes possibilidades de organização e mobilização para reinvindicar seus direitos de preservação patrimonial. Essa situação de “tomada de poder” pode ser observada em grupos organizados na rede social Facebook, onde a comunidade tem a possibilidade de juntar-se em torno de causas patrimoniais, construindo ações que podem efetivar a preservação, o que inclui novas questões na enumeração de Prats.

 

 

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Publicado

2014-07-22

Como Citar

ALBERNAZ, R. O.; REIS, M. G. dos. O processo de patrimonialização e a cibercultura: mobilização no ciberespaço através de grupos na rede social Facebook. Comunicação & Informação, Goiânia, Goiás, v. 17, n. 1, p. 21–35, 2014. DOI: 10.5216/cei.v17i1.27994. Disponível em: https://revistas.ufg.br/ci/article/view/27994. Acesso em: 20 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos