Jornalismo e Escândalos Políticos: o confronto entre o julgamento e a objetividade

Autores

  • Débora Sartori Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Flávio Porcello Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.5216/c&i.v16i2.27387

Palavras-chave:

objetividade. escândalos políticos. contrapoder.

Resumo

O presente artigo tem a intenção de refletir sobre a objetividade como um valor a ser perseguido na atividade jornalística, além de ser um princípio de legitimação social. A discussão será feita a partir da perspectiva que vê a mídia como um ambiente propício para a proliferação de escândalos políticos, o que está ligado à ideia dos jornalistas como cães de guarda, vigias sociais, portadores do papel social de denunciar os que cometem desvios morais. Esta postura, adotada especialmente em relação aos governantes, caracteriza, muitas vezes, a profissão como contrapoder. Mas, ao posicionar-se contra os políticos, o jornalismo não está negando a busca utópica pela objetividade? Por outro lado, esta busca não comporia a explicação para a proliferação de escândalos midiáticos?

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Biografia do Autor

Débora Sartori, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Jornalista Diplomada. Mestranda em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Bolsista Capes. Email: debora.sartori@hotmail.com

Flávio Porcello, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCOM/UFRGS). Doutor em Comunicação Social (PUCRS). Email: flavio.porcello@ufrgs.br

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Publicado

20-02-2014

Como Citar

SARTORI, D.; PORCELLO, F. Jornalismo e Escândalos Políticos: o confronto entre o julgamento e a objetividade. Comunicação & Informação, Goiânia, Goiás, v. 16, n. 2, p. 40–52, 2014. DOI: 10.5216/c&i.v16i2.27387. Disponível em: https://revistas.ufg.br/ci/article/view/27387. Acesso em: 21 jan. 2022.

Edição

Seção

Artigos