Lazer em Altamira-PA e as transformações após a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte

Autores

  • Francivaldo José da Conceição Mendes Universidade Federal do Pará, Altamira, Pará, Brasil.
  • César Augusto Martins de Sousa Universidade Federal do Pará, Bragança, Pará, Brasil.
  • José Queiroz de Miranda Neto Universidade Federal do Pará, Altamira, Pará, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.5216/ag.v14i2.62111

Resumo

Esta pesquisa investigou as manifestações do lazer na cidade de Altamira-PA, considerando as transformações  urbanas  advindas da implementação da Usina Hidrelétrica “Belo Monte” (UHBM). De maneira geral, descreveu-se as principais práticas de lazer existentes na cidade de Altamira, considerando a relevância da implementação da UHBM como evento indutor de um considerável reordenamento na lógica da (re)produção dos espaços de lazer. As entrevistas abertas e a observação participante constituíram-se em estratégias metodológicas dessa pesquisa, na medida em que possibilitaram uma melhor compreensão da realidade do lazer de Altamira. Os resultados evidenciaram um forte processo de (re)definição dos espaços de lazer, caracterizados pela ação de agentes, instituições, Estado, e dos sujeitos residentes na cidade. A realidade emergente evidencia uma nova dinâmica dos espaços e das mútiplas práticas de lazer no advento da UHBM. Tem destaque nesse cenário, a emergência de novos arranjos na “territorialidade do lazer”, caracterizados pelas novas formas estabelecidas pelos sujeitos, destacando-se o aumento dos espaços privados de lazer em comparação aos públicos.

Palavras-Chave: Lazer, Hidrelétrica Belo Monte, Altamira-PA.

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Biografia do Autor

José Queiroz de Miranda Neto, Universidade Federal do Pará, Altamira, Pará, Brasil.

 

 

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Publicado

2020-08-07

Como Citar

MENDES, F. J. da C.; MARTINS DE SOUSA, C. A. .; QUEIROZ DE MIRANDA NETO, J. . Lazer em Altamira-PA e as transformações após a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 14, n. 2, p. 224–243, 2020. DOI: 10.5216/ag.v14i2.62111. Disponível em: https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/62111. Acesso em: 25 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos