FORMAÇÃO DE MUDAS DE MAMOEIRO (Carica papaya L.) SOB EFEITO DE ESTRESSE SALINO E DOSES DE BIOFERTILIZANTE. DOI: 10.5216/teri.v5i2.38769

Autores

  • Danila Lima de ARAÚJO Engenharia Agrícola, Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Campina Grande
  • Alexandro de Figueiredo ANDRADE Graduado em da Paraíba/UEPB, Catolé do Rocha
  • Mário Leno Martins VERÁS Agronomia, Universidade Federal da Paraíba/UFPB,
  • José Sebastião de MELO FILHO Sistemas Agroindustriais, Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Pombal
  • Raimundo ANDRADE Professor Doutor da Universidade Estadual da Paraíba/UEPB, Catolé do Rocha –

DOI:

https://doi.org/10.5216/teri.v5i2.38769

Palavras-chave:

Mudas, condutividade elétrica, agricultura orgânica

Resumo

Objetivou-se com esta pesquisa estudar a formação de mudas de mamoeiro (Carica papaya L.) sob efeito de estresse salino e doses de biofertilizante. Foi adotado o delineamento inteiramente casualizado (DIC), com quatro repetições no arranjo fatorial 2 x 4, com 8 tratamentos, totalizando 32 plantas. Os níveis de salinidade estudados foram: (S1= 0,8 (testemunha); S2= 3 dS m-1) e as doses de biofertilizante bovino foram: (D1 = 0 (testemunha) e D2 = 30; D3 = 60 e D4 = 90 ml). Houve efeito significativo das doses de biofertilizante sobre as variáveis peso seco do caule, peso seco total, fitomassa do caule e fitomassa da raiz a 1% de probabilidade e para a fitomassa da folha e fitomassa total a nível de 5% de probabilidade pelo teste F, não havendo significância para as demais variáveis estudadas. Os níveis de salinidade promoveram efeito significativo para o peso seco do caule e peso seco total a nível de 5% e 1% de probabilidade respectivamente. Observou-se que as plantas de mamoeiro responderam significativamente quando submetidas aos níveis de salinidade, enquanto que as doses de biofertilizante não proporcionaram resultados positivos.

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Biografia do Autor

Danila Lima de ARAÚJO, Engenharia Agrícola, Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Campina Grande

Mestre em Engenharia Agrícola, Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Campina Grande – PB, Email: danilalimaraujo@hotmail.com

Alexandro de Figueiredo ANDRADE, Graduado em da Paraíba/UEPB, Catolé do Rocha

Graduado em Ciências Agrárias, Universidade Estadual da Paraíba/UEPB, Catolé do Rocha – PB, Email: afigueiredoandrade@bol.com.br

Mário Leno Martins VERÁS, Agronomia, Universidade Federal da Paraíba/UFPB,

Mestrando em Agronomia, Universidade Federal da Paraíba/UFPB,  Areia – PB, Email: mario.deus1992@bol.com.br

José Sebastião de MELO FILHO, Sistemas Agroindustriais, Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Pombal

Mestre em Sistemas Agroindustriais, Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Pombal – PB, Email: josesebastiaouepb@yahoo.com.br

Raimundo ANDRADE, Professor Doutor da Universidade Estadual da Paraíba/UEPB, Catolé do Rocha –

Professor Doutor da Universidade Estadual da Paraíba/UEPB, Catolé do Rocha – PB, Email: raimundoandrade@uepb.edu.br

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Publicado

2015-11-30

Como Citar

ARAÚJO, D. L. de; ANDRADE, A. de F.; VERÁS, M. L. M.; MELO FILHO, J. S. de; ANDRADE, R. FORMAÇÃO DE MUDAS DE MAMOEIRO (Carica papaya L.) SOB EFEITO DE ESTRESSE SALINO E DOSES DE BIOFERTILIZANTE. DOI: 10.5216/teri.v5i2.38769. Revista Terceiro Incluído, Goiânia, v. 5, n. 2, p. 242–254, 2015. DOI: 10.5216/teri.v5i2.38769. Disponível em: https://revistas.ufg.br/teri/article/view/38769. Acesso em: 18 maio. 2024.