NEI LOPES, ARTISTA ENGAJADO, INTELECTUAL DA DIÁSPORA AFRICANA

Autores

  • José Rivair Macedo Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IFCH)

Resumo

Discurso de concessão do título de Doutor Honoris Causa ao compositor, poeta, contista, romancista, ensaísta e pesquisador Nei Lopes.

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Biografia do Autor

José Rivair Macedo, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IFCH)

Possui graduação em Licenciatura em História pela Universidade de Mogi das Cruzes (1985) e doutorado em História Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (1993). Atualmente é Professor Titular no Departamento de História da UFRGS; professor do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em História da UFRGS, pesquisador do CNPQ desde 1995, com Bolsa de Produtividade em Pesquisa Nível 1D; Coordenador da Rede Multidisciplinar de Estudos Africanos do Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados da UFRGS; é membro da diretoria da Fundação Bienal do Mercosul desde 2017. Tem experiência na Área de História, com ênfase em História das Sociedades Africanas Antigas, atuando principalmente nos seguintes temas: formações sociais mandinga e songai (séculos XIII-XVI); tendências de abordagem da africanologia. Desde 2007 vem atuando na produção e divulgação do conhecimento da história das sociedades africanas, tendo coordenado a publicação do livro O pensamento africano no século XX (Outras Expressões, 2016), História da África (Ed. Contexto, 2013), Dicionário de História da África, séculos VII-XVI (em parceria com Nei Lopes: Editora Autêntica, 2017), e coordenado o projeto de cooperação entre a UFRGS e a Secretaria de Educação Continuada, Educação e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD-MEC) que resultou na produção do Vídeo-documentário Viajando pela África com Ibn Battuta (2010). Realizou estágio sênior da CAPES junto à Universidade de Lisboa. É sócio da Academia Portuguesa da História e da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros, e da Comissão Editorial da Revista Brasileira de Estudos Africanos e da Revista da Associação Brasileira de Estudos Africanos, entre outras. 

Referências

CAVAQUINHO, Nelson; BRITO, Guilherme. “Quando eu me chamar saudade”. Album: Nelson Cavaquinho. Gravadora Odeon, 1973.

CARVALHO, José Jorge de. “O confinamento racial do mundo acadêmico brasileiro”. Revista USP, nº 68, 2006: https://www.revistas.usp.br/revusp/article/view/13485 (acesso em 18/11/2017).

COSTA E SILVA, Alberto da. Correspondência em 05/08/2016. Arquivo do autor.

FAUSTINO, Oswaldo. Nei Lopes: retratos do Brasil Negro. São Paulo: Selo Negro, 2009.

THOMAZ, Omar Ribeiro. “Um exercício de justiça (Dicionário de História da África: séculos VII-XVI)”. Revista Pesquisa FAPESP(nº 259): https://revistapesquisa.fapesp.br/2017/09/22/um-exercicio-de-justica/(acesso em 18/11/2017).

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Publicado

2020-01-01

Como Citar

RIVAIR MACEDO, José. NEI LOPES, ARTISTA ENGAJADO, INTELECTUAL DA DIÁSPORA AFRICANA. Revista de Teoria da História, Goiânia, v. 22, n. 2, p. 370–381, 2020. Disponível em: https://revistas.ufg.br/teoria/article/view/61901. Acesso em: 9 set. 2026.